Liderança feminina amplia em 25% as chances de desempenho financeiro

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A presença feminina em cargos de comando vem ganhando espaço no Brasil e no mundo, e Bruna Reis lidera esse movimento no Grupo Med+, uma multinacional brasileira de saúde especializada em operações de emergência e atendimento pré-hospitalar. A empresa reúne mais de 8 mil profissionais distribuídos entre o Brasil e a Europa, operando estruturas críticas em aeroportos, rodovias e grandes operações logísticas, consolidando-se como referência no setor.

No Brasil, a participação de mulheres em cargos executivos já supera 35% e, em companhias com governança mais madura, esse índice se aproxima de 40%.

No Brasil, a participação de mulheres em cargos executivos já supera 35% enquanto em companhias com estruturas de governança mais maduras esse índice se aproxima de 40%.

Essa evolução ocorre em um cenário de alta complexidade operacional, especialmente em setores de infraestrutura, saúde operacional e serviços críticos, onde a presença feminina em posições decisivas ganha ainda mais relevância para enfrentar desafios diários com equilíbrio e rapidez.

A trajetória de Bruna Reis ilustra o amadurecimento desse tema no Brasil. A CEO comanda o Grupo Med+, uma multinacional de saúde que atua em emergências, ocorrências de alta complexidade e atendimento pré-hospitalar. A empresa reúne mais de 8 mil profissionais distribuídos entre o Brasil e a Europa, operando estruturas críticas em aeroportos, rodovias e grandes operações logísticas.

No Brasil, a atuação da empresa se estende a 54 aeroportos e 14 rodovias, com serviços que exigem protocolos rigorosos, resposta rápida e coordenação técnica de alto calibre. Em termos globais, a companhia é reconhecida como a maior empresa de emergências aeroportuárias da América Latina, com contratos que somam cerca de R$ 1,8 bilhão. No Brasil, a presença nacional é fortalecida pela atuação em 49 aeroportos e 12 rodovias, destacando-se pela atuação integrada em ambientes de alta circulação de pessoas.

A evolução do grupo acompanha um crescimento acelerado nos últimos anos, com aumento de 150% em 2024 frente ao ano anterior, consolidando-se como referência no segmento. Além disso, a Med+ figura entre as duas melhores empresas para se trabalhar na área de saúde no Brasil, segundo o Great Place to Work (GPTW). Esse near-shoring de talentos sustenta uma expansão que já chegou ao setor educacional, ajudando 5,3 mil escolas e 3,5 milhões de alunos no estado de São Paulo, com ações voltadas à prevenção de bullying e ao bem-estar psicoeducacional.

A cultura interna do Grupo Med+ é orientada pelo capitalismo consciente, buscando usar o poder corporativo para o desenvolvimento humano, sem deixar de lado a lucratividade para os acionistas. Atualmente, 56% dos cargos de liderança são ocupados por mulheres, sinalizando uma mudança estrutural na forma como a empresa planeja e executa suas estratégias, especialmente em setores onde a coordenação entre equipes multidisciplinares faz diferença na segurança e na eficiência operacional.

Essa conjunção de liderança feminina, expansão operacional e compromisso com a formação de lideranças aponta para um futuro em que ambientes de alta pressão, como emergências médicas e logística crítica, passam a beneficiar-se de decisões mais equilibradas e ágeis. Bruna Reis e o Grupo Med+ reforçam uma tendência já constatada em pesquisas de gestão: diversidade de gênero na liderança está ligada a melhores resultados, maior engajamento de equipes e maior estabilidade organizacional.

Para quem acompanha o tema, fica o convite: como você enxerga o impacto da presença feminina em cargos de comando em setores estratégicos? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe experiências sobre liderança e gestão de crises em contextos de alta demanda.

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