Semana tem reunião entre presidentes do BC e do TCU para falar sobre caso Master e Moraes no comando do STF

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O presidente Lula da Silva inicia a semana com reuniões internas no Palácio do Planalto para definir o substituto de Ricardo Lewandowski no Ministério da Justiça. Dois baianos aparecem no páreo: Manoel Carlos de Almeida Neto, hoje interino e secretário-executivo da pasta, cuja indicação foi publicada no Diário Oficial da União na última sexta; e Wellington Cesar Lima e Silva, atual advogado-geral da Petrobras, cuja nomeação recebe apoio de lideranças baianas e do governo estadual.

Na agenda de segunda-feira, Lula deve se reunir com Miriam Belchior, secretária-executiva da Casa Civil, depois com o ministro Sidônio Palmeira. À tarde, está previsto um encontro com Marcelo Weick, secretário Especial para Assuntos Jurídicos da Casa Civil. Estarão presentes o ministro da Casa Civil, Rui Costa, o secretário-executivo Dario Durigan e a ministra Gleisi Hoffmann. O tema central é a possível nomeação de Durigan como ministro da Fazenda, com Haddad fora do governo, e a perspectiva de indicar Rogério Ceron para a vaga.

A agenda ainda reserva uma expectativa: Lula pode anunciar novas indicações à Esplanada até abril, incluindo a confirmação de Durigan e, entre as especulações, a indicação de Ceron para o posto de número 2 da Fazenda. Além disso, ele viaja ao Rio de Janeiro na sexta-feira, 15, para o lançamento da medalha de 90 anos do salário mínimo, enquanto corre nos bastidores a assinatura do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, prevista para o dia 17, no Paraguai.

No âmbito institucional, há expectativa de um encontro entre o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e o presidente do TCU, Vital do Rego Filho, na sede do BC, para tratar da possibilidade de inspeção do TCU no BC ligada ao processo de liquidação extrajudicial do Banco Master. A agenda de Galípolo traz ainda a participação da secretária-geral de Controle Externo Juliana Pontes, do secretário-geral de Comunicação Flávio Takashi Sato e da auditora-chefe adjunta Maria Bethânia Lahoz, em tom de assuntos institucionais.

No plano econômico, o IBGE libera, nesta terça, 13, o desempenho do setor de serviços em novembro; na quinta, 15, é a vez do varejo de novembro. O Congresso permanece em recesso até 2 de fevereiro de 2026, com retorno previsto para o início das atividades de 2026. A oposição tem apresentado pedidos para interromper o recesso, visando votar o veto de Lula ao projeto sobre a dosimetria de penas referente aos atos de 8 de janeiro; o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ainda não sinalizou atender a essa demanda. O STF também entra em recesso até o fim de janeiro, com Fachin em férias e Moraes assumindo a presidência até 31 de janeiro; o tribunal opera em regime de plantão com Mendonça, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Flávio Dino.

Como comentaristas avaliam, a semana mescla movimentos políticos internos no governo, decisões sobre a condução da Justiça, além de referências à economia e ao andamento do Legislativo e do Judiciário. Qual aspecto dessas pautas você considera mais relevante para o andamento do país neste período? Compartilhe sua leitura nos comentários.

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