Saiba quem são os playboys flagrados fazendo racha em área nobre do DF

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Um episódio registrado em meados de dezembro de 2025, no Lago Sul (DF), mostra uma Ferrari 458 Italia vermelha disputando um racha com uma BMW M850i azul, perto do Centro Comercial Gilberto Salomão. As imagens mostram os carros parados no semáforo, que abre para uma sequência de acelerações em alta velocidade, pareados entre si, gerando preocupação com a segurança viária local.

O motorista da Ferrari é identificado como Luan Marques Galasso, de 29 anos, conhecido no YouTube por compartilhar conteúdo sobre manobras e carros superesportivos, com quase 3 milhões de seguidores. O passageiro, que aparece ao lado dele, é Wesley Araújo, empresário do Distrito Federal, com cerca de 28 mil seguidores no Instagram e autor do rótulo “Pai do Consórcio”.

Wesley afirmou à coluna Na Mira que apenas emprestou a Ferrari para o youtuber para “mostrar a reação dele ao dirigir o carro” e que o vídeo foi gravado em dezembro. Segundo ele, não houve racha e Luan não excedeu o limite de velocidade; ele também criticou a exposição excessiva das imagens, atribuída à viralização causada pela combinação de Ferrari e youtuber famoso.

No vídeo, o racha é descrito com comentários de ambos os ocupantes: um deles afirma que a BMW tem 800 cavalos, enquanto a Ferrari seria de 570. Em determinado momento, o motorista da Ferrari diz: “Vai um pouquinho mais para lá, que eu vou sair moendo”, enquanto o semáforo abre para os dois acelerarem lado a lado, desviando de outros veículos para não ocorrer acidente.

Legalmente, participar de racha é enquadrado como crime de trânsito, conforme o art. 308 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A pena prevista é detenção de seis meses a três anos, multa de quase R$ 3 mil e suspensão da carteira de habilitação; o episódio pode se estender a até 10 anos de reclusão se houver lesão corporal grave ou morte.

Em resposta à reportagem, Wesley Araújo confirma ter emprestado o carro, sustenta que o vídeo foi gravado no meio de dezembro e afirma que Luan estava apenas como passageiro. O empresário sustenta ainda que o alcance da viralização decorreu da notoriedade envolvendo a Ferrari e o youtuber, não da realização de um racha.

O Metrópoles entrou em contato com Luan para ouvir sua versão, mas ainda não houve retorno até o fechamento desta matéria. A cobertura ressalta a necessidade de responsabilização e de avaliação das circunstâncias que cercam esse tipo de situação, especialmente quando envolve veículos de alto desempenho e grande alcance de audiência.

Imagens exibem o momento em que o veículo parte de forma acelerada após o semáforo, com o registro visual destacando a diferença de potência entre as máquinas e a tensão da manobra.

Para encerrar, a reportagem reforça que a prática de racha é crime de trânsito e que as consequências vão além da velocidade, impactando a segurança de motoristas e pedestres na região. O assunto segue em acompanhamento, com novas informações podendo emergir a qualquer momento.

Gostou da cobertura? Comente abaixo com seus pontos de vista sobre o ocorrido, a responsabilidade dos envolvidos e o impacto do conteúdo viral nas redes sociais. Sua opinião ajuda a enriquecer o debate sobre segurança no trânsito e responsabilidade digital.

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