O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira, 21 de janeiro de 2026, que não aplicará tarifas sobre importações de oito países europeus. A decisão foi anunciada após reunião com Mark Rutte, secretário-geral da OTAN. Em publicação no Trust Social, Trump disse ter “estabelecido bases” para um futuro acordo sobre a Groenlândia e toda a região do Ártico.
Criada em 1949, a OTAN hoje integra 32 países. Entre os aliados que teriam tarifas anunciadas, estavam Alemanha, Dinamarca, Finlândia, França, Holanda, Noruega, Reino Unido e Suécia. A medida visava pressionar a Groenlândia a favor de Washington. Trump afirmou, em publicação, que, se a solução acordada com Rutte for consumada, será ótima para os EUA e para as nações da OTAN, embora não tenha detalhado as medidas definidas. O republicano também mencionou negociações sobre o sistema de defesa antimíssil conhecido como Cúpula Dourada, envolvendo questões que afetam a Groenlândia. Além disso, Trump disse que o vice-presidente JD Vance, o secretário de Estado Marco Rubio, o enviado especial Steve Witkoff e outras autoridades ficarão responsáveis pelas tratativas.
Trump defende, desde o primeiro mandato, a ideia de que os EUA anexem a Groenlândia, território autônomo pertencente à Dinamarca. Ao retornar à Casa Branca em janeiro de 2025, a pauta ressurgiu. Especialistas apontam que Washington busca controlar rotas marítimas para dificultar o comércio da China. A Groenlândia é rica em petróleo, gás natural e minerais, mas a exploração permanece restrita pelas autoridades dinamarquesas.
Este tema está em desenvolvimento e pode evoluir nos próximos dias. Compartilhe sua opinião sobre a possível anexação da Groenlândia, as implicações para a segurança regional e o comércio internacional nos comentários abaixo. Sua visão ajuda a acompanhar o desenrolar dessa questão estratégica.

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