Netanyahu aceita participar do Conselho de Paz de Trump em Gaza; Suécia rejeita

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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, aceitou o convite do presidente dos EUA, Donald Trump, para integrar o Conselho Supremo de Paz, criado para supervisionar o desenvolvimento de um acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza. Segundo a Casa Branca, Netanyahu passará a fazer parte de um órgão encarregado de “fornecer supervisão estratégica, mobilizar recursos internacionais e garantir a prestação de contas enquanto Gaza passa do conflito para a paz e o desenvolvimento”. A cerimônia ocorreu em Jerusalém, em 16 de outubro de 2025, durante a homenagem às vítimas dos ataques de 7 de outubro. Meta descrição: Netanyahu aceita o convite para integrar o Conselho Supremo de Paz, presidido por Trump, com foco no cessar-fogo em Gaza e na transição para a paz e o desenvolvimento.

O presidente americano convidou países para compor o grupo como membros fundadores, por meio de cartas ou convites aos seus líderes. Entre os convidados estão Lula da Silva, da Argentina, Javier Milei, do Brasil, Santiago Peña, do Paraguai, Recep Tayyip Erdogan, da Turquia, Abdel Fattah al-Sisi, do Egito, além do rei Abdullah II da Jordânia e do primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney. Em paralelo, o presidente russo Vladimir Putin recebeu a proposta de integrar o Conselho, segundo o Kremlin.

Na sequência, França, Noruega e, posteriormente, Suécia teriam recusado o convite. Macron teria rejeitado a participação por entender que a proposta extrapola a situação em Gaza e questiona princípios da ONU; a Noruega já havia recusado, e, segundo o primeiro-ministro sueco Ulf Kristersson, a resposta da Suécia será negativa. Kristersson destacou que ainda não houve resposta formal, mas indicou que a decisão será não.

O novo Conselho de Paz será presidido por Trump, que nomeou uma junta executiva formada pelo secretário de Estado americano, Marco Rubio; pelo enviado especial para Gaza, Steve Witkoff; pelo genro do presidente, Jared Kushner; pelo ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair; pelo diretor da Apollo Global Management, Marc Rowan; pelo assessor Roberto Gabriel; e pelo presidente do Banco Mundial, Ajay Banga.

Além disso, Trump criou um Comitê Executivo para Gaza em apoio ao Alto Representante para Gaza, Nickolay Mladenov, e ao Comitê Nacional para a Administração de Gaza, composto por tecnocratas palestinos. O comitê, que contaria com integrantes do Catar e da Turquia, provocou protestos no governo de Netanyahu, que viu o grupo como tolerante a forças associadas ao Hamas.

A iniciativa acende o debate sobre o papel de potências globais no conflito e a viabilidade de um acordo que apoiaria a paz e o desenvolvimento em Gaza, sem desconsiderar as sensibilidades regionais. O desfecho dependerá das próximas movimentações diplomáticas e da capacidade de implementar medidas efetivas no terreno.

E você, o que acha dessa construção de um Conselho de Paz envolvendo Netanyahu e outras lideranças mundiais? Qual impacto real você imagina que esse formato pode ter sobre a paz na Faixa de Gaza? Compartilhe sua opinião nos comentários.

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