Resumo SEO: Caso de maus-tratos envolvendo o cão Orelha, morador da Praia Brava em Florianópolis (Santa Catarina), revela agressões em 4 de janeiro, morte do animal e investigações que envolvem quatro adolescentes, familiares e desdobramentos nos Estados Unidos. Principais datas, depoimentos e desfechos que colocam o foco na proteção animal e nas medidas legais cabíveis.
O cão Orelha era conhecido pelos moradores da Praia Brava, em Florianópolis. Ele morreu após ser agredido no início de janeiro; o animal recebeu atendimento veterinário, mas a gravidade dos ferimentos levou à eutanásia. A agressão ocorreu em 4 de janeiro, e a polícia só foi informada sobre o caso no dia 16.
Na investigação, a Polícia Civil de Santa Catarina identificou quatro adolescentes suspeitos, com três familiares dos jovens apontados como having-coautores que teriam coagido testemunhas. A força policial ouviu mais de 20 pessoas e analisou mais de 72 horas de imagens de 14 câmeras, públicas e privadas, apenas relacionadas ao caso do cão Orelha.
No decorrer da operação, a DPA e a Deacle cumpriram mandados de busca e apreensão nas residências dos envolvidos e de seus responsáveis legais, em 26 de janeiro, para colher provas adicionais sobre o episódio de maus-tratos.
Além de Orelha, outro cão da localidade, apelidado de Caramelo, também teria sido vítima de maus-tratos por parte do grupo. Os adolescentes teriam jogado Caramelo no mar; o animal conseguiu escapar e foi adotado pelo delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel.
A Associação de Praia Brava (APBrava) afirmou que Orelha “fazia parte do cotidiano dos moradores há muitos anos” e era cuidado de forma espontânea pela cidade. A entidade destacou que o cão se tornou um símbolo afetivo da convivência entre pessoas e animais na região.
Suspeitos nos Estados Unidos: Em entrevista, o delegado-geral Ulisses Gabriel informou que, entre os quatro adolescentes, dois estão nos Estados Unidos em viagem pré-programada e devem retornar à próxima semana para os procedimentos legais cabíveis.
Por serem menores de 18 anos, a Polícia Civil não divulgou as identidades dos suspeitos. A legislação brasileira prevê proteção à imagem e aos nomes de adolescentes investigados, com responsabilização a cargo da Justiça, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente.
Ao longo da apuração, perfis em redes sociais associaram o casal Cynthia e Alberto Ambrogini aos suspeitos. Segundo a polícia, eles não possuem relação com os adolescentes envolvidos. Após sofrer ataques e ameaças, o casal registrou boletim de ocorrência; a defesa afirma que há outros articuladores por trás das publicações, incluindo professores, empresários, funcionários e influenciadores.
Desde que o caso ganhou projeção nacional, a divulgação nas redes sociais reacendeu o debate sobre proteção animal e responsabilização de adolescentes. As investigações seguem em andamento, com a expectativa de esclarecimentos sobre a identidade dos envolvidos e as medidas legais aplicáveis.
E você, o que acha das ações tomadas pelas autoridades e da resposta da comunidade local? Compartilhe suas opiniões nos comentários e traga sua visão sobre proteção animal e responsabilização de menores envolvidos em maus-tratos.

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