Resumo para SEO: Com a provável permanência de Tarcísio de Freitas (Republicanos) na reeleição em São Paulo, as negociações pela vice na chapa se intensificam. O PSD pretende colocar Gilberto Kassab no posto, enquanto o PL busca André do Prado para compor a chapa. O objetivo é consolidar a base e pavimentar caminhos para 2030, tanto no estado quanto no Planalto.
De acordo com aliados de Tarcísio, a tendência é manter o atual vice, Felício Ramuth, na vaga. Porém, o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, enxerga no posto a via para chegar ao governo paulista em 2030, quando o governador poderá disputar a Presidência da República.
Para Kassab, a escolha pelo vice evitaria atritos com parte da base, mas poderia exigir acordos com outros partidos da coalizão, como PL, PP e MDB, caso o PSD tenha o posto da vice.
Interlocutores de Tarcísio afirmam que a campanha pode ficar ligada a uma saia justa: ele pode ser obrigado a subir no palanque de Flávio Bolsonaro (PL) se o PSD não indicar o vice, enquanto Caiado e Kassab já sinalizam pré-candidaturas ao Planalto, entre eles Ratinho Júnior (PR) e Eduardo Leite (RS).
Do lado do PL, o nome cotado é André do Prado, atual presidente da Alesp e aliado de primeira hora do governador. Prado é próximo de Valdemar Costa Neto, o que lhe confere peso para a indicação.
Entretanto, há quem diga que Prado pode ter menos proximidade com a família Bolsonaro, o que dificultaria a indicação. O PL também planeja lançar um candidato ao Senado em São Paulo, o que preencheria o espaço da legenda na chapa. A bancada do PL na Alesp, com 19 cadeiras, é vista como garantia de governabilidade para Tarcísio.
Um deputado do PL resumiu a situação: “O PL é o maior partido do Brasil e tem a maior bancada na Alesp. Sem o PL, o Tarcísio não governa”. A valorização do PL é central para a definição da vice.
E você, como vê as negociações pela vice na chapa de Tarcísio em São Paulo? Deixe sua opinião nos comentários e conte como isso pode impactar o cenário político do estado.

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