Justiça apreende passaporte de advogada argentina investigada por ato racista no Rio de Janeiro

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De acordo com o G1, o delegado Diego Salarini, titular da 11ª DP (Rocinha), responsável pela investigação, apresentou a versão apresentada. Ele afirmou que Agostina Páez sustenta que os gestos corporais simulando um primata foram feitos em tom de brincadeira para suas amigas, e não direcionados ao ofendido nem à vítima.

Páez defendeu sua conduta. Alega que os gestos obscenos foram feitos para ela e que outros tentaram enganá-la. A advogada admitiu ter errado ao reagir com gestos para suas amigas após provocação com gestos obscenos, mas disse não saber que isso era crime no Brasil.

Na decisão solicitada pela 11ª DP, a Justiça determinou a apreensão do passaporte da argentina e a monitoração por meio de tornozeleira eletrônica. A medida ocorreu porque ela entrou no país apenas com a carteira de identidade, e a Polícia Federal foi acionada para impedir a saída do Brasil com o documento.

Condense as informações abaixo para leitura rápida: gestos entre Agostina Páez e amigas geraram investigação; defesa afirma leituras diferentes dos gestos; Justiça impõe restrições de viagem com passaporte apreendido e tornozeleira como medida de monitoramento. Comente abaixo o que você pensa sobre o caso e como as situações desse tipo são tratadas pela Justiça.

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