Lucas, Nicole e Pat: conheças os brasileiros que podem trazer a primeira medalha nas Olimpíadas de Inverno

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Pela primeira vez em 34 anos, o Brasil chega aos Jogos Olímpicos de Inverno com chances reais de subir ao pódio. Em Milão-Cortina 2026, o país levará 14 atletas, o maior contingente já registrado, entre promessas de medalha e histórias de superação. Serão disputas entre 6 e 22 de fevereiro, com o Brasil mirando um lugar no pódio pela primeira vez na história dessas Olimpíadas.

Além do feito histórico de participação, o Brasil concentra três apostas de peso para subir ao pódio: Lucas Pinheiro, Nicole Silveira e Pat Burgener, representando, respectivamente, esqui alpino, skeleton e snowboard. O contexto ressalta não apenas a presença, mas a expectativa de ver o Brasil avançar no pódio em modalidades onde a tradição é muito recente.

Lucas Pinheiro, 25 anos, nasceu em Oslo e tem pai norueguês e mãe brasileira. Ele desponta como a maior aposta do Brasil no esqui alpino, liderando o ranking mundial de slalom. Em 2023 abriu mão de competir pela Noruega para defender o Brasil, afirmando que a participação pode abrir portas para milhões de pessoas se interessarem pelo esporte neste país.

Durante a temporada atual, Pinheiro soma cinco Top 5 seguidos e, em janeiro, ficou em segundo lugar na Copa do Mundo. Em outubro de 2024 ele estreou pelas cores brasileiras e, pela primeira vez, o hino do Brasil foi tocado em uma etapa da Copa do Mundo de esportes de inverno. Sua trajetória inclui formação na Noruega, primeira medalha em Copa do Mundo aos 20 anos e participação em Beijing 2022, ainda que sem resultado expressivo.

Nicole Silveira, 31 anos, compete no skeleton e também atua como enfermeira. Ela conquistou o bronze na etapa de St. Moritz da Copa do Mundo e, desde 2023, divide a mesma equipe técnica com a colega brasileira Nicole — uma história de parceria que ganhou força na preparação para Milão-Cortina. Nascida em Rio Grande, no Rio Grande do Sul, Silveira estudou enfermagem no Canadá e decidiu seguir a carreira no esporte de neve para representar o Brasil em alto nível.

A atual número 10 do mundo no skeleton, Silveira divulga o equilíbrio entre a vida profissional e o esporte. Ela revela que, mesmo com a agenda apertada, consegue manter a licença ativa para atuar como enfermeira pediátrica, conciliando treino intenso com atendimentos médicos quando necessário. A medalha de bronze em St. Moritz reforça a consistência da atleta ao longo da temporada.

Pat Burgener, 32 anos, nasceu na Suíça (Lausanne) e escolheu representar o Brasil a partir de 2025, após naturalizar-se. Burgener é corredor veterano no snowboard, com duas medalhas de bronze no Mundial e o quinto lugar em PyeongChang 2018 como melhor resultado olímpico. Ele sempre teve o desejo de vestir as cores verde e amarela, destacando a importância de inspirar jovens a seguirem a sua paixão pelo esporte.

Antes de se consolidar no snowboard, Burgener foi criado com ligações fortes ao Brasil; ele cresceu com a mentalidade de representar o país, ainda que tenha passado pela Suíça no início da carreira. Em 2025 tornou-se oficialmente brasileiro e, após um susto recente — uma queda durante treino na Suíça que exigiu atendimento hospitalar —, a Confederação Brasileira de Deportes e Neve confirmou que ele está bem e pronto para disputar os Jogos. Burgener já venceu dois Bronzes em Mundiais, e a meta para Milão-Cortina é simples: conquistar uma medalha olímpica e inspirar quem busca seguir a sua paixão pelo esporte.

Essas histórias destacam não apenas o desempenho esportivo, mas a evolução de um Brasil que aposta cada vez mais em modalidades de inverno, com atletas que conciliam carreiras paralelas e trajetórias de superação para levar o país ao topo do pódio.

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E você, o que acha das chances do Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno 2026? Deixe seu comentário, compartilhe a sua opinião sobre as promessas e o impacto dessa participação histórica.

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