Mulher aciona botão do pânico e PM prende agressor em flagrante

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Arquivo/Agência Brasil

Proposta obriga universidades públicas e privadas a adotar medidas de prevenção, acolhimento e apuração de casos de violência contra mulher
1 de 1 Proposta obriga universidades públicas e privadas a adotar medidas de prevenção, acolhimento e apuração de casos de violência contra mulher – Foto: Arquivo/Agência Brasil

Uma mulher, de 34 anos, conseguiu escapar de uma situação de risco após acionar o botão do pânico do aplicativo SP Mulher Segura na madrugada desta sexta-feira, em São José dos Campos, no interior de São Paulo. O alerta foi enviado ao Copom e, em poucos minutos, equipes da Polícia Militar chegaram ao Jardim Nova Detroit, onde a vítima estava, prendendo em flagrante o ex-companheiro, que desrespeitava uma medida protetiva.

O pedido de socorro foi feito por volta de 1h, quando o sistema enviou o alerta diretamente ao Centro de Operações da PM (Copom). Em instantes, a 1ª Companhia do 46º BPM/I localizou o agressor em frente à residência da vítima. Segundo a polícia, ele, de 31 anos, ameaçava e perseguia a vítima, mesmo proibido pela Justiça de se aproximar ou manter contato. Além disso, ele teria enviado mensagens com novas ameaças, ignorando a ordem judicial.


Como pedir ajuda

Mulheres em situação de violência podem buscar apoio imediato:

  • Ligue 180, na Central de Atendimento à Mulher, gratuita e 24 horas.
  • Informações sobre direitos, leis e medidas protetivas.
  • Encaminhamento para Casa da Mulher Brasileira, Delegacias da Mulher (Deam), Defensorias e centros de referência.
  • Registro e encaminhamento de casos às autoridades competentes.
  • Indicação de serviços especializados mais próximos.
  • Em situação de risco imediato, ligue 190 (Polícia Militar).

O suspeito foi levado à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de São José dos Campos, onde permaneceu à disposição da Justiça. O caso foi registrado como descumprimento de medida protetiva de urgência, ameaça e perseguição.

A vítima recebeu apoio institucional e o caso segue sob apuração pelas autoridades competentes. A jurisdição reforça a importância de medidas protetivas e do uso de canais de denúncia para situações de violência doméstica.

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