Ex-modelo brasileira acusa aliado de Trump de estupro e violência doméstica

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Resumo: Amanda Ungaro, ex-modelo brasileira, acusa Paolo Zampolli — aliado de Donald Trump, atualmente presidente dos EUA desde janeiro de 2025 — de estupro e violência doméstica. Ela relata 19 anos de relacionamento, a presença do filho Giovanni, hoje com 15 anos, e uma série de episódios de abuso ocorridos principalmente na mansão do casal em Gramercy Park, Nova York. A disputa pela guarda e o uso de influências políticas são apresentados como fatores que moldaram a ruptura e a deportação ocorrida em 2025.

Amanda afirma que os abusos ocorreram dentro da residência que dividia com Zampolli e que houve um episódio em que ele teria se aproximado quando ela se arrumava para trabalhar, deixando marcas no corpo. Ao registrar o caso, a brasileira disse ao jornal que aquilo foi estupro, e o marido reagiu com risada. Em 2018, ela iniciou um processo de separação na Suprema Corte, citando violência para justificar a separação, que só se concretizou formalmente em 2021, após rumores de um caso extraconjugal do empresário. A mulher também afirmou que pediu a redução de festas durante a gravidez do filho, pedido que, segundo ela, foi ignorado.

A ex-modelo aponta que a eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos, em 2016, foi um marco que intensificou a crise entre eles. Ela disse que, ao vencer a primeira vez, o que chamou de comportamento do marido mudou drasticamente, piorando o relacionamento. Além disso, Ungaro relata ter sido convidada a diversos eventos com o casal Trump, inclusive à mesa com o presidente e a primeira-dama em festas de Ano Novo. Segundo ela, Paolo mantinha maior proximidade com Melania do que com Trump, trocando mensagens e recebendo convites e presentes para o filho.

Ao longo de 2021, o casamento chegou ao fim, em meio a relatos de um caso extraconjugal de Zampolli que se dividia entre Nova York e Washington. Em outubro de 2025, Amanda foi deportada para o Brasil, ainda morando nos EUA desde 2002, durante a disputa pela guarda de Giovanni. Ela acusa que Zampolli usou sua influência no governo para pressionar o processo de deportação, uma alegação que o empresário rebate, afirmando querer apenas o melhor para a ex-companheira e negando qualquer participação nesse episódio. Em 2018, houve uma quebra temporária na relação, mediada por Trump, segundo a versão apresentada por Amanda.

O caso ganhou notoriedade na imprensa, com Menção a reportagens de tabloides na década passada e discussões sobre a legitimidade das ações legais relacionadas à guarda e à pensão alimentícia. Zampolli vive entre Nova York e Washington e nega as acusações, afirmando que a vida de ambos já esteve marcada por um casamento que, de acordo com ele, não foi formalizado conforme a lei. A narrativa de Amanda contrasta com as declarações do empresário, que continua a sustentar que o objetivo é o bem do filho e que as acusações são infundadas.

Este episódio coloca em debate o papel de figuras associadas ao governo ao lidarem com questões de vida pessoal sob intensa observação pública. O que você entende sobre acusações graves envolvendo personalidades ligadas a ambientes políticos? Compartilhe suas opiniões nos comentários e participe da discussão com respeito e atentos aos fatos.

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