No centro de São Paulo, blocos de pré-carnaval atraíram milhares de foliões à Rua da Consolação. A prefeitura acionou o plano de contingência diante do volume absurdo de pessoas, e, segundo o prefeito Ricardo Nunes, tudo transcorreu de forma segura, com atendimento aos atingidos e sem ocorrências graves.
O bloco com o DJ Calvin Harris teve a apresentação paralisada pela multidão, com várias pessoas precisando de atendimento médico e parte da estrutura de contenção derrubada. A prefeitura informou recorde de público e afirmou que não houve ocorrências graves, mesmo diante do tumulto.
Às 14h55, o acesso à Consolação foi fechado e as grades das transversais foram retiradas para abrir vazão ao público. A Guarda Civil Municipal isolou a área por onde o trio elétrico seguia, enquanto a Secretaria Municipal da Saúde mantinha postos de atendimento na região.
A região recebeu pela primeira vez dois grandes blocos: um patrocinado pela cerveja que é parceira oficial do Carnaval e outro pelos Acadêmicos do Baixo Augusta. O início, previsto para 11h30 com Nattan, Xand Avião, Felipe Amorim e Zé Vaqueiro, acabou sendo dificultado por empurra-empurra e mal-estar, levando a atrasos. Calvin Harris iniciou o show apenas depois das 15h, com mais de uma hora de atraso; Nattan solicitou ajuda a foliões em três momentos. O desfile do Acadêmicos do Baixo Augusta ficou atrasado em mais de duas horas.
Apesar das paralisações, a prefeitura disse que a maior parte do trajeto já apresentava normalidade e que os postos médicos da SMS permaneceram abertos para atender quem procurou assistência.
E você, já presenciou situações semelhantes em desfiles de rua? Conte-nos nos comentários a sua experiência e o que poderia ser feito para melhorar a organização e a segurança do carnaval de rua em São Paulo.

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