Centrão avança com uma estratégia para ampliar a bancada no Congresso a partir de 2027 e buscar um nome presidencial oriundo do Legislativo, após o ciclo de Lula. Caciques das siglas destacam metas audaciosas para fortalecer a atuação institucional e ampliar a capacidade de influência no cenário político nacional.
O PSD, liderado por Gilberto Kassab, trabalha para elevar a bancada de deputados de 47 para 70 e pretende reeleger 11 dos 13 senadores. A federação PP–União Brasil mira ampliar a bancada de 119 para 130 parlamentares no Congresso, fortalecendo o agrupamento de centro no plenário.
Essa leitura aponta para a construção de um Congresso Nacional mais sólido, capaz de sustentar um nome presidencial que venha do Legislativo, pensando no cenário pós-Lula. A ideia é criar condições para que o Legislativo tenha protagonismo na definição de liderança nacional no eventual afastamento ou término do ciclo atual.
No horizonte desse grupo, os caciques discutem também as escolhas para 2026. A expectativa era emplacar Tarcísio de Freitas (Republicanos) na disputa presidencial, mas o ex-governador paulista não foi indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão foi motivada pela intenção de manter o legado da família após a prisão do ex-mandatário e, segundo aliados, consolidar o apoio político necessário para manter a influência do Centrão.
De olho em 2030, a leitura entre lideranças é de que o PT ainda não tem uma figura capaz de carregar o legado de Lula, o que abre espaço para que o Centrão aposte na força do Legislativo como base para uma eventual candidatura presidencial que venha do próprio parlamento.
Nesse cenário, fica claro o objetivo de fortalecer o Congresso para projetar uma liderança nacional forte, capaz de viabilizar um nome presidencial oriundo da Câmara e do Senado. Como você vê essa estratégia? Deixe seu comentário com a sua leitura sobre o futuro político do país e as chances de surgir um líder vindo do Legislativo.






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