O FBI concluiu que o bilionário Jeffrey Epstein não era o responsável por liderar um esquema de tráfico sexual de menores, conforme reportagem da Associated Press. Embora haja evidências de abuso de menores, não foram encontradas provas suficientes para sustentar que Epstein comandava uma rede envolvendo pessoas poderosas, mesmo com os seus laços com figuras como Donald Trump, Bill Gates e o príncipe Andrew.
A investigação argumenta que, apesar de relatos de “cinco ou quatro” vítimas que teriam feito sexo com outras pessoas ligadas a Epstein, não havia base suficiente para acusações federais — os casos foram encaminhados às autoridades locais.
Foi mencionada ainda uma acusação pública de que Epstein teria “emprestado” alguém a seus amigos ricos, mas o registro não confirmou a afirmação e nenhuma outra vítima relatou situação similar.
As investigações começaram em 2005, após uma garota de 14 anos afirmar ter sido molestada na Flórida. Ao todo, a polícia identificou pelo menos 35 histórias semelhantes envolvendo menores de idade.
Epstein firmou um acordo que o livrou de uma investigação federal. Em 2018, o caso voltou à tona, ele passou a ser investigado em Nova York, foi preso em 2019 e cometeu suicídio na cela um mês depois.
O desfecho levanta questões sobre como casos de abuso de menores são tratados e as implicações para a justiça em relações entre poder e crime. Compartilhe sua opinião nos comentários: você acha que o veredito reflete adequadamente o que ocorreu e as consequências para as vítimas?

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