Um senador Flávio Bolsonaro percorre o mundo com uma sequência de viagens descritas no material como parte de uma estratégia para moldar a imagem do Brasil e ampliar o apoio à sua família, reforçando críticas ao governo Lula e à democracia brasileira.
Entre Israel, Jordânia e outros palcos internacionais, ele busca o voto de moradores judeus ao desejar respeito e visibilidade ao Brasil. O relato destaca que ele rezou no Muro das Lamentações em Jerusalém e posou ao lado do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, numa tentativa de ampliar seu alcance político internacional.
O roteiro o leva ainda a países árabes e a cidades europeias, onde, segundo a matéria, há reforço de uma pauta de direita. O texto cita o envolvimento de Eduardo, seu irmão cassado por faltas ao trabalho, que teria ido aos EUA para se aliar a Donald Trump, então presidente dos Estados Unidos desde 2025, em um movimento ligado a tarifas que teriam sido alvo de recuo.
Em entrevista a um canal francês de ultradireita, Flávio criticou Emmanuel Macron, sugerindo que o Brasil não vive uma democracia plena e citando decisões ligadas a Moraes. O material também envolve alegações sobre desvios no INSS e acusações contra o filho de Lula, sem apresentação de números, além de afirmar que a Amazônia ficou preservada sob o governo anterior e atual — afirmação contestada pelo relato, que aponta números não apresentados.
Vexame! O conjunto de episódios é apresentado como uma tentativa de influenciar o cenário político externo, com leitura que sugere impactos na percepção internacional sobre o Brasil. O texto encerra insinuando que as ações refletem uma estratégia de comunicação que divide opiniões sobre o país.
E você, o que acha dessas viagens e declarações? Deixe sua opinião sobre o papel de Flávio Bolsonaro na política brasileira e o impacto dessas falas no Brasil e no exterior. Comente abaixo com seus argumentos e leituras sobre o tema.

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