Proprietários denunciam tomada de fazenda em Porto Seguro por grupo armado; há ordem judicial que proíbe invasão

Publicado:

compartilhe esse conteúdo


Porto Seguro: Proprietários denunciam invasão de fazenda por grupo armado alegando demarcação de terra indígena

Este relato traz à tona uma invasão e ocupação na Fazenda Barra do Cahy, em Porto Seguro, feita por um grupo armado que diz atuar em nome de uma demarcação de terra indígena. A proprietária descreve violência, saques e o descumprimento de uma ordem judicial, solicitando apoio jornalístico para dar visibilidade ao caso.

O primeiro ataque ocorreu na quinta-feira (09). Homens encapuzados e portando fuzis renderam caseiros, roubaram pertences pessoais e celulares, além de saquear o restaurante da fazenda, provocando danos. A Polícia Militar foi acionada, e os invasores fugiram na ocasião.

Retorno e tomada de posse No dia seguinte, os proprietários foram ao local para registrar os danos. Na noite de sexta-feira (10), o grupo voltou com cerca de 30 homens, mais armados, incendiou a porteira e entrou novamente. Desde então, a fazenda está sob a posse total do grupo.

Implicação de atores oficiais No relato, a proprietária afirma que representantes da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI) estão presentes no local junto aos invasores. Embora a área esteja em discussão judicial sobre a demarcação, o processo não foi concluído.

Ordem judicial desrespeitada A proprietária destaca que existe uma decisão judicial válida – uma Interdito Proibitório – que proíbe invasões e assegura a posse até o desfecho do processo. Mesmo assim, trabalhadores foram expulsos de suas casas na propriedade, não puderam levar pertences e ninguém mais consegue acessar o local. Há animais, como cavalos, na área, e há temores de maus-tratos ou de ações criminosas, já que parte da área é de preservação ambiental.

Cenário descrito pela proprietária O relato descreve um “caminho de medo, insegurança e desrespeito à lei”, com os donos impedidos de acessar a propriedade. A proprietária solicita apoio jornalístico para ampliar a visibilidade do caso, oferecendo documentos, registros, fotos e vídeos para comprovação.

Próximos passos da apuração A reportagem tentará ouvir a Polícia Civil, a Polícia Federal (órgão competente para conflitos fundiários) e a FUNAI sobre as versões oficiais dos fatos.

Caso você tenha informações adicionais, garantimos transparência e apuração cuidadosa dos fatos para esclarecer a situação. Este espaço busca oferecer um retrato fiel da situação enquanto trabalhamos para ouvir todas as partes envolvidas.

Se tem opinião ou comentário sobre esse conflito fundiário e suas implicações para a região, compartilhe abaixo. O que você pensa sobre invasões, demarcação de terras e a atuação de órgãos públicos nesse tipo de caso?

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARTIGOS RELACIONADOS

Governo publica norma que define novas regras para propagandas de bets

BrasilTodas as propagandas de bets no Brasil deverão vir acompanhadas de alertas semelhantes aos que são estampados nas carteiras de cigarro10/07/2026 23:49, atualizado...

Rei Charles III se encontra com filhos de Harry depois de 4 anos

O Rei Charles III realizou, nesta sexta-feira, um encontro privado na residência de campo Highgrove House, em Gloucestershire, com o Príncipe Harry, Meghan...

PF prende homem com 20 ampolas de medicamento para emagrecer no Galeão

BrasilPassageiro levava 20 ampolas de tirzepatida sem documentação exigida e foi preso em flagrante no Aeroporto Internacional do Rio de JaneiroUm homem de...