O ataque a tiros em Tumbler Ridge, no Canadá, deixou ao menos 10 mortos na terça-feira, 10 de fevereiro. A polícia localizou corpos em uma residência e na escola Tumbler Ridge Secondary School, em um episódio que abalou moradores da cidade.
Entre as vítimas estão Jennifer Strang, 39 anos, mãe da atiradora, encontrada morta na casa da família; o irmão da atiradora, de 11 anos, também morto no mesmo imóvel; uma professora de 39 anos assassinada dentro da escola; e cinco estudantes — três meninas de 12 anos e dois meninos de 12 e 13 anos — a maioria na biblioteca. Maya, 12, foi levada de helicóptero ao hospital com ferimentos graves; outro paciente foi transportado para Vancouver em estado crítico. Ao todo, 25 pessoas receberam atendimento médico sem risco de vida.
Durante a coletiva, o premier da Colúmbia Britânica, David Eby, pediu um minuto de silêncio em homenagem a Maya, destacando que a tragédia envolve uma criança que entrará em uma emergência hospitalar e outras vidas perdidas. O momento foi visto como uma expressão de solidariedade com as famílias afetadas e a comunidade local.
A autora do ataque foi identificada pela polícia como Jesse Van Rootselaar, 18 anos, mulher trans. Ela disparou contra as forças de segurança e se suicidou no local. A polícia informou que existiam chamadas anteriores para a residência relacionadas à saúde mental e a armas, e ainda não revelou a motivação do crime.
Um vídeo que circula nas redes mostra alunos deixando a escola com as mãos para cima, sob orientação de policiais que controlavam a evacuação. A gravação evidencia a evacuação rápida do prédio e a atuação das autoridades para manter a segurança.
Se você estiver com pensamentos suicidas, procure ajuda: o CVV funciona 24 horas pelo telefone 188, além de oferecer atendimento por e-mail, chat e presencialmente. Este é um lembrete importante de apoio disponível para quem precisa.
O massacre em Tumbler Ridge reacende o debate sobre segurança escolar e proteção às comunidades. Compartilhe suas impressões nos comentários: quais medidas poderiam reduzir riscos e como a cidade pode apoiar as famílias afetadas e estudantes nesse momento desafiador?

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