Ídolos de Flamengo e Grêmio: quem investiu no negócio do ex-goleiro Doni

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Ex-goleiro Doni e empresários enfrentam ação nos EUA por investimentos imobiliários na Flórida

A empresa do ex-goleiro Doni Marangon, em sociedade com Werner Macedo, captava recursos para construção de imóveis na Flórida. O negócio é alvo da Justiça dos Estados Unidos, acusada de golpe por prometer rendimentos de 15% ao ano e não entregar os empreendimentos previstos.

No total, 35 empresas investiram no empreendimento, que somou US$ 23.550.988 nas contas da WD Invest. O Tribunal do Condado de Orange realizou uma audiência recente com advogados de investidores e da empresa, e novos depoimentos foram marcados para o início de maio.

Entre os investidores de destaque estão o ex-goleiro Diego Alves, que aportou US$ 3.929.298, e o ex-meio-campista Lucas Leiva, com US$ 2.258.000. Outros ex-jogadores também entraram na operação, como Fellype Gabriel (US$ 1.100.000) e Renato Abreu (US$ 600.000). O volante Willian Arão, hoje no Santos, investiu US$ 200.000 e abriu processo contra a empresa.

A maior parte do dinheiro foi destinada a um projeto chamado Camila Homs, previsto para erguer 529 casas e um campo de golfe em Silver Springs Shores, próximo a Orlando. Mesmo com obras paradas ou abandonadas, investidores continuaram recebendo relatórios financeiros que apontavam lucros, informações que agora são contestadas na Justiça americana.

Doni, em nota ao Metrópoles, afirmou estranhar a divulgação de informações imprecisas ligadas ao seu nome e negou qualquer pedido de prisão. Segundo ele, a incorporadora está em processo de reestruturação societária e administrativa, envolvendo revisões e renegociações contratuais sob nova gestão, com divergências comerciais sendo tratadas pela Justiça de forma técnica e dentro da legalidade.

“A atuação jurídica da empresa tem sido diligente e transparente, com total colaboração às autoridades competentes, visando a adequada condução dos processos e à continuidade da reestruturação em curso”, completou o ex-jogador.

Ao todo, 35 empresas investiram no empreendimento, que somou US$ 23.550.988 nas contas da empresa de Doni. A audiência no Orange County mostrou o andamento do caso, com novos depoimentos previstos para maio.

O que vem a seguir A Justiça dos EUA continua analisando a veracidade dos contratos e a gestão dos recursos. Enquanto isso, Doni afirma que a empresa está passando por uma reestruturação e que as divergências comerciais são normais em empreendimentos de grande porte, tratadas dentro da lei.

Se você acompanha casos de celebridades envolvidas em negócios imobiliários, compartilhe nos comentários o que pensa sobre esse tipo de investimento e sobre a atuação de atletas nesse porte. Seu ponto de vista importa para enriquecer o debate.

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