Após quase 30 anos, corpos dos Mamonas Assassinas serão exumados e transformados em adubo

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Decisão foi tomada pelas famílias dos músicos, que entraram em acordo para cremar os corpos e transformá-los em adubo para plantar cinco árvores no BioParque Cemitério de Guarulhos

  • Por Jovem Pan
  • 21/02/2026 13h15

Reprodução

Mamonas Assassinas

Na segunda-feira, 23, os corpos dos cinco Mamonas Assassinas serão exumados, após quase 30 anos do acidente aéreo que acabou com a banda de “rock cômico” que fazia sucesso no país.

A decisão foi tomada pelas famílias dos músicos, que entraram em acordo para cremar os corpos e transformá-los em adubo para plantar cinco árvores no BioParque Cemitério de Guarulhos, a cidade onde moravam, segundo informou o colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo.

Quem foram os ‘Mamonas Assassinas’?

Banda fenômeno nos anos 1990, os Mamonas Assassinas ficaram conhecidos por suas letras debochadas como Brasília amarela, Sabão Crá-Crá e Pelados em Santos.

O primeiro e único disco, com o nome da banda, havia sido lançado em junho de 1995 e, nos oito meses seguintes, teve 1,8 milhão de cópias vendidas (no total até hoje, foram 3 milhões de cópias, o terceiro maior êxito comercial entre artistas nacionais em todos os tempos).

No dia 2 de março de 1996, os músicos Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli voltavam de um show em Brasília num jatinho Learjet modelo 25D, prefixo PT-LSD, fretado pela banda.

A aeronave se chocou na Serra da Cantareira, ao Norte de São Paulo, numa tentativa de arremetida. Além dos cinco integrantes da banda, o acidente matou o piloto Jorge Luiz Germano Martins, o co-piloto Alberto Takeda, o ajudante de palco Isaac Souto e o segurança Sérgio Porto.

O velório do grupo foi realizado no Ginásio Municipal Paschoal Thomeu, em Guarulhos e reuniu cerca de 30 mil pessoas, enquanto mais de cem mil acompanharam o cortejo até o cemitério Parque das Primaveras.

Dentro do cemitério, cerca de 500 pessoas, acompanharam o enterro. Os cinco integrantes dos Mamonas foram colocados, junto com Isaac Souto, num mesmo túmulo. A cerimônia teve pouco mais de 40 minutos e incluiu um “Parabéns a você”, em homenagem a Dinho, que, naquele dia 4 de março de 1996, completaria 25 anos de idade.

*Com Estadão Conteúdo

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