Em Orlando, Flórida, neste fim de semana, familiares, amigos e fãs de Ron Kenoly se reuniram para prestar homenagem ao legado do líder de louvor. Kenoly faleceu em 4 de fevereiro, deixando a marca de ter levado canções de adoração a mais de 120 países.
Na Igreja Judah, a celebração reuniu a família e fiéis de todo o mundo. Seus três filhos evocaram memórias com lágrimas, histórias e canções, destacando que, embora não fosse perfeito, Kenoly foi um pai amoroso que ensinou a oferecer a Deus toda a glória, o poder e a honra.
Músicos e amigos lembraram o impacto do cantor. Micah Stampley disse que a transição é difícil porque Kenoly era mais que um artista; era um pai. Adlan Cruz destacou que Kenoly via nele um verdadeiro adorador, alguém que apontava o propósito da adoração. Israel Houghton afirmou que Kenoly moldou sua vida e ministério, enquanto Don Moen o descreveu como irmão, não apenas parceiro de palco. Grace Knodt chamou Kenoly de pioneiro que ajudou a transformar o culto moderno. Bruno Miranda ressaltou que suas músicas sempre traziam mensagens bíblicas. Sam Kenoly, filho, contou que o pai continuava a adorar até o fim, compondo canções novas antes de ser levado pelo Senhor.
Ron Kenoly nasceu em Coffeyville, Kansas, em 6 de dezembro de 1944. Antes de se dedicar ao ministério, serviu na Força Aérea dos Estados Unidos. Nos anos 80 despontou como líder de louvor na Jubilee Christian Center, Califórnia, e nos anos 90 ganhou projeção internacional com álbuns como Lift Him Up e God Is Able, pilares da música cristã contemporânea.
Três dias antes de sua morte, Kenoly postou nas redes sociais uma foto ao lado de amigos e colaboradores, lembrando que tinha 81 anos e estava no seu 48º ano de ministério. Ele agradeceu às pessoas que o ajudaram a alcançar mais de 123 nações nos últimos 20 anos, uma lembrança do alcance global de seu trabalho.
Se você acompanhou o trabalho de Ron Kenoly, compartilhe nos comentários como a música dele impactou sua fé e sua prática de adoração.

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