Líderes globais se posicionaram contra a Rússia no quarto aniversário do início do conflito na Ucrânia. Em coletiva, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky afirmou ter discutido “passos concretos” que podem pavimentar o caminho para a paz com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente do Conselho Europeu, António Costa. Zelensky destacou ainda que houve foco em alterações na legislação da UE para parar navios-tanque russos e apreender o petróleo que transportam, sinalizando endurecimento das medidas contra Moscou.
Em postagens no X, Zelensky reiterou que os ucranianos não perderão a soberania e que o presidente russo Vladimir Putin “não alcançou seus objetivos”. “Ele não subjugou os ucranianos; não venceu a guerra. Preservamos a Ucrânia e faremos tudo para garantir a paz e a justiça”.
A presidente da UE, Ursula von der Leyen, enfatizou o apoio contínuo da União e anunciou um novo pacote de prioridade com drones e munições, previsto para antes da Páscoa. Entre os demais líderes europeus, o chanceler alemão, Friedrich Merz, defendeu que apenas com unidade será possível encerrar o conflito; o presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que a União continuará mirando a economia russa com sanções. O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, reiterou que a Rússia não vencerá a guerra e manteve o apoio a Kyiv. O Canadá, representado pelo primeiro-ministro Mark Carney, destacou que o momento é crítico e que se busca uma paz justa e duradoura com garantias de segurança sólidas.
A atuação conjunta dos aliados aponta para um objetivo comum: sustentar a soberania da Ucrânia e pressionar por mudanças políticas que tragam estabilidade à região, com garantias de segurança robustas e um caminho de paz que possa resistir a fases de escalada.
E você, como lê as medidas anunciadas pelos líderes globais? Deixe seu comentário com a sua visão sobre o caminho para a paz, a importância da unidade europeia e o papel dos parceiros internacionais nesse confronto.

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