Suspeito de extorsão mediante sequestro é preso na 2ª fase da Operação Lex Última em Salvador

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Resumo do caso. A Polícia Civil da Bahia deflagrou a segunda fase da Operação Lex Última, para desmontar um grupo criminoso ligado a extorsões mediante sequestro em Salvador. Nesta terça-feira, 24, um homem de 27 anos foi preso com um mandado de prisão temporária expedido pela Delegacia Especializada Antissequestro (DAS), vinculada ao DEIC. O desdobramento surge de investigações que tiveram início em janeiro, após o sequestro de uma vítima no bairro Sete Portas, executado por quatro homens e uma mulher, segundo apuração policial.

Na fase inicial, realizada no começo deste mês, três suspeitos foram capturados nos bairros Jardim das Margaridas e São Gonçalo. A operação resultou na apreensão de dois veículos, uma pistola, munições, R$ 16 mil em espécie, além de porções de maconha e entorpecentes sintéticos. Em meio à abordagem, um dos investigados reagiu e houve confronto; ele foi baleado, socorrido, porém não resistiu aos ferimentos. As diligências prosseguem com o objetivo de identificar outros integrantes do grupo e localizar possíveis foragidos.

O preso na segunda etapa foi localizado na sede da DAS, onde teve o mandado de prisão temporária cumprido. Ele permanece custodiado à disposição da Justiça. As autoridades ressaltam que essa detenção fortalece o esforço de desarticular a organização criminosa e impedir novas ações de extorsão na capital baiana.

As investigações, conduzidas pela DAS em parceria com o DEIC, apontam para uma rede estruturada dedicada a extorsões por meio de sequestro contra moradores de Salvador. Os trabalhos combinam análise de provas, vigilância, cruzamento de dados e depoimentos, com o objetivo de desmantelar o mecanismo criminoso e prender os demais envolvidos. A polícia também busca esclarecer se outros membros da organização permanecem na região ou se encontram-se em fuga.

Este conjunto de ações evidencia o compromisso da Polícia Civil da Bahia no combate a crimes de alto impacto, especialmente quando envolvem sequestro e cobrança de resgates. A DAS tem desempenhado papel central, com o apoio de equipes de inteligência, para mapear a rede criminosa, recolher evidências e ampliar o aparato legal para novas prisões.

As autoridades não adiantaram prazos para novas divulgações, mas garantem que, conforme surgirem novas informações, serão comunicadas à imprensa e ao público. Enquanto isso, a comunidade aguarda desdobramentos que possam indicar a extensão da operação e indicar se mais indivíduos foram ou serão responsabilizados.

Como você avalia a atuação da segurança pública na Bahia no enfrentamento a crimes de sequestro e extorsão? Compartilhe seu ponto de vista nos comentários e conte se você tem informações que possam ajudar as autoridades a esclarecer o caso.

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