O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em entrevista por telefone à ABC News que já tem “uma ótima ideia” sobre quem será a próxima líder do Irã. Em tom de confiança, o republicano disse que muitos líderes iranianos foram mortos na operação conjunta entre EUA e Israel contra o território iraniano na madrugada, e ressaltou que vai manter a ofensiva “pelo tempo que eles quiserem”, afirmando que a ação já causou muitos danos.
A agência Reuters informou que o aiatolá Ali Khamenei morreu durante os ataques, informação atribuída a um oficial israelense. O governo do Irã, porém, negou a notícia. Em contraste, Abbas Araghchi, ministro das Relações Exteriores do Irã, disse à NBC News que Khamenei está vivo e que todos os altos funcionários continuam em seus postos.
A operação conjunta dos EUA e de Israel teve início com fumaça sobre Teerã, classificada por Tel Aviv como uma ação preventiva. Trump, por meio da plataforma Truth Social, postou uma declaração surpresa anunciando ações de combate para eliminar ameaças iminentes. Também houve relatos de explosões no sul do Iraque, em áreas onde há presença de grupos pró-Irã, além de ataques perto do consulado dos EUA em Erbil.
O Corpo de Guardas da Revolução Islâmica (IRGC) afirmou ter mirado a Quinta Frota dos EUA no Bahrein, após uma primeira onda de mísseis e drones contra Israel. O IRGC descreveu a ofensiva como o início de ataques generalizados da República Islâmica do Irã contra territórios ocupados. O serviço de emergência israelense informou tratar um homem ferido no norte do país, enquanto o Ministério das Relações Exteriores do Irã prometeu responder “decisivamente” aos ataques.
Explosões foram relatadas em toda a região do Golfo. Correspondentes da AFP na Arábia Saudita ouviram fortes impactos em Riade, bem como em Manama, no Bahrein, e em Doha, no Qatar. Os Emirados Árabes Unidos afirmaram ter interceptado mísseis iranianos e disseram que responderiam. Residente em Abu Dhabi relatou ouvir explosões, e o Catar comunicou ter interceptado vários ataques. A AFP reuniu informações que ajudam a entender o cenário de escalada na região.
A situação indica uma escalada geopolítica com ataques, retaliações e declarações de autoridades de várias frentes. EUA e Israel afirmam mirar infraestrutura militar; o Irã promete resposta formal, e o Golfo assiste a uma sequência de ações que mantém a região sob tensão.
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