Ivana Bastos parabeniza médica brasileira por pesquisa inovadora para o tratamento de lesões na medula

Escrito por: Diógenes Cunha

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A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Ivana Bastos (PSD), parabenizou a pesquisadora Tatiana Coelho de Sampaio pelo desenvolvimento da Polilaminina, medicamento brasileiro experimental que já possibilitou a seis pacientes tetraplégicos a retomada de movimentos. A congratulação foi realizada por meio de moção protocolada nesta quinta-feira (19), a qual foi direcionada também a toda a equipe científica responsável pela pesquisa. 

“Esta singela iniciativa parlamentar tem por objetivo reconhecer e enaltecer a relevante contribuição científica da Dra. Tatiana Coelho de Sampaio, bióloga, pesquisadora e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e a equipe científica que atua ao seu lado, pelo desenvolvimento da Polilaminina, inovação brasileira de grande relevância na área da medicina regenerativa”, escreveu a deputada.

A presidente da AL-BA ressaltou Tatiana como uma referência internacional na Medicina Regenerativa. Além disso, ela destacou a atuação da Polilaminina como um medicamento com “possibilidade concreta” de regeneração de movimentos em pacientes tetraplégicos. 

“A Dra. Tatiana Coelho de Sampaio é referência nacional e internacional na área de biologia celular e biologia da matriz extracelular, liderando pesquisas de alto impacto científico no Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ. A Polilaminina atua como um verdadeiro ‘andaime molecular’, capaz de orientar o crescimento, a migração e a reconexão de neurônios, recriando condições semelhantes às observadas durante o desenvolvimento embrionário do sistema nervoso, período em que a capacidade regenerativa é naturalmente mais elevada”, disse.

“Estudos experimentais e pré-clínicos demonstraram resultados promissores, especialmente no contexto de lesões da medula espinhal, apontando para a possibilidade concreta de recuperação funcional, devolvendo esperança, dignidade e qualidade de vida a milhares de pessoas que convivem com sequelas neurológicas graves. Trata-se de uma descoberta com potencial transformador, capaz de impactar profundamente a prática médica e o futuro dos tratamentos neurológicos”, completou.

Ivana relembrou que a Bahia possui participação nos avanços da Polilaminina, com o estado recebendo a primeira aplicação do medicamento em janeiro deste ano. Segundo a presidente da AL-BA, ainda há a previsão de uma nova testagem do remédio em território baiano.

“Ressalte-se que a Bahia já integra, de forma concreta, esse avanço histórico, tendo sido realizada a primeira aplicação da Polilaminina em nosso estado na data de 13 de janeiro de 2026, fato que posiciona o território baiano como protagonista regional na etapa inicial de aplicação clínica dessa inovação científica. Há, ainda, nova aplicação prevista, reforçando a continuidade dos estudos”, contou Ivana.

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