Vitor Hugo Oliveira Simonin, 18 anos, filho do subsecretário de Governança, Compliance e Gestão Administrativa da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos do Rio, é apontado pela Polícia Civil como um dos cinco envolvidos no estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos, ocorrido em Copacabana, no Rio, em 31 de janeiro. A Justiça decretou a prisão dos quatro adultos identificados no caso; Simonin permanece foragido, e a defesa dele não foi localizada até a publicação.
Segundo as investigações, o adolescente convidou a vítima, colega de escola, para ir a um apartamento em Copacabana e pediu que levasse uma amiga, mas a jovem foi sozinha. No elevador, ele avisou que outros amigos estariam no local. No apartamento, a vítima foi levada ao quarto e, durante a relação, os demais entraram no cômodo; ela pediu para não ser tocada, porém os suspeitos teriam praticado a violência sexual.
A secretária estadual Rosângela Gomes afirmou ter tomado conhecimento das graves denúncias com indignação e tristeza. O governo diz defender os direitos das mulheres e combater a violência, oferecendo apoio jurídico e psicológico à adolescente e à família, por meio da Secretaria da Mulher e da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos. O governo do Rio também repudiou veementemente o ato e reforçou o compromisso com a proteção da dignidade humana.
Ainda conforme a polícia, cinco pessoas foram identificadas como envolvidas no crime — quatro maiores de idade e um adolescente — e as prisões dos quatro adultos já foram decretadas. Um dos suspeitos, Matheus Mattheus Verissimo Zoel Martins, de 19 anos, se apresentou nesta terça-feira e foi preso. A defesa de João Gabriel Xavier Bertho afirmou que nega veementemente a ocorrência de estupro e emboscada, e não teve oportunidade de ser ouvido. As defesas dos demais investigados não foram localizadas. Além disso, a 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça negou habeas corpus para três dos suspeitos que ainda buscam localização.
O Governo do Rio reiterou o compromisso com a proteção da dignidade humana, com o respeito à vida e com a garantia de direitos da população fluminense, mantendo o caso sob acompanhamento. E você, o que pensa sobre as medidas adotadas pelas autoridades? Deixe sua opinião nos comentários e participe da discussão.
