A Polícia Federal informou ao gabinete do ministro André Mendonça, relator do caso Master no STF, sobre a morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como o “Sicário” de Daniel Vorcaro, preso na terceira fase da Operação Compliance Zero, em Minas Gerais. A PF ressaltou que Mourão atuava como coordenador operacional do esquema envolvendo o Banco Master e que todos os registros em vídeo devem ser entregues à Corte.
Mourão morreu na quarta-feira, dia 4, após ser detido e encaminhado ao hospital. A PF informou que ele “atentou contra a própria vida” enquanto estava custodiado na Superintendência Regional de Minas Gerais, tendo recebido atendimento por cerca de 30 minutos, com a atuação do Grupo de Pronta Intervenção e do Samu, mas não resistiu. Ele era apontado como responsável pela obtenção de informações sigilosas, pelo monitoramento de adversários e pela neutralização de situações sensíveis aos interesses de Vorcaro, dono do Master.

A PF ressaltou que Mourão era um dos alvos da operação e que a apuração busca esclarecer desvios envolvendo o Banco Master. A divulgação dos registros em vídeo ao STF busca trazer transparência ao caso, já que as provas visuais são consideradas relevantes para o andamento da investigação.
Este resumo traz apenas os pontos centrais: a atuação de Mourão no esquema, o desfecho ocorrido sob custódia e o papel das imagens na investigação vinculada ao caso Master. A apuração segue em curso, com a PF e as autoridades competentes acompanhando os próximos desdobramentos.
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