Piloto Pedro Turra é alvo de denúncias de violência; esposa Lauanny Braier Borges é investigada por supostas ameaças
Uma jovem que afirma ter sido torturada por Pedro Turra após ser obrigada a consumir bebida alcoólica denunciou, em depoimento à Polícia Civil do Distrito Federal, que a esposa do piloto, Lauanny Faria Braier Borges, de 18 anos, incentivava as brigas. Lauanny é investigada pela PCDF por suspeita de ameaçar a denunciante após o registro da ocorrência. O caso foi registrado em 28 de junho de 2025.
No depoimento, a vítima descreveu episódios de violência, incluindo um suposto mata-leão desferido por Turra, quando ele estava de costas. Ela relatou que o piloto disse: “Se eu pego alguém para bater, eu mato”.
A jovem afirmou que Lauanny incentivava as agressões: “O Pedro veio na covardia e começou a socar… Ele socou por causa da Lauanny, porque ela sussurrou no ouvido dele… ‘Você vai fazer de novo isso de falar e não fazer?’”
Ameaças e prints mostram mensagens em que a esposa de Turra enviou mensagens à mãe da vítima alegando que a adolescente prestou falso testemunho. Ela afirmou que a menina não era quem pareciam e sugeriu que haveria mais vídeos. Lauanny também enviou dois vídeos da jovem e disse que “tem muito mais” e que iria postar tudo.



O inquérito foi encaminhado ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, para a 2ª Vara Criminal de Águas Claras. O Metrópoles não localizou a defesa de Lauanny Faria Braier Borges, e o espaço permanece aberto para manifestações.
A denúncia contra Turra relata que, na época, a vítima, então com 17 anos, foi obrigada a ingerir bebida alcoólica durante uma confraternização no Jockey Club, em junho do ano anterior. O caso ganhou atenção após o fato envolvendo o piloto e o adolescente Rodrigo Castanheira, que morreu 16 dias após uma agressão.
Prazer em humilhar é o que, segundo o depoimento, Turra demonstrava em episódios de violência e humilhação. Entre as ocorrências, a vítima descreveu tortura com arma de choque por 10 minutos, enquanto implorava para que parasse, sem sucesso. Em outra situação, Turra ofereceu pudim à jovem, que desconfiou, mas ele garantiu que “estava tudo bem”; após consumi-lo, ele disse ter comido e regurgitado o doce, deixando a vítima enojada.
Em setembro de 2025, a jovem relatou ainda um episódio em uma lancha no Clube Cota Mil, onde foi empurrada para a água. Mesmo sabendo nadar, ela acabou engolindo água e saiu com arranhões nas pernas, após o piloto e um amigo rirem da situação.
O caso continua em andamento, com depoimentos e provas em análise pelas autoridades competentes. As acusações apontam para um padrão de agressões e humilhações, com impactos que levantam a necessidade de apuração rigorosa pelas instituições.
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