Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos se opõe à cirurgia de redesignação sexual em menores de idade

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Meta descrição: A ASPS recomenda adiar cirurgias de redesignação sexual em menores, por questões éticas e danos irreversíveis, com base em evidências ainda limitadas.

A Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos (ASPS) é a primeira organização médica de renome a se opor à transição de gênero em menores. A entidade orienta que cirurgias de redesignação sejam adiadas até que o paciente tenha pelo menos 19 anos, abrangendo procedimentos no peito, nos genitais e no rosto.

A ASPS representa mais de 11.000 médicos em todo o mundo, número superior ao de cirurgiões certificados pelo Conselho Americano de Cirurgia Plástica desde 1937. Segundo a organização, publicações recentes mostram baixa certeza sobre resultados de saúde mental, além de preocupações com danos a longo prazo e a irreversibilidade das intervenções, bem como evidências insuficientes de uma relação risco-benefício favorável.

Houve uma mudança de posição: a ASPS já havia se unido a outras organizações médicas para apoiar a transição de gênero em menores, mas moderou essa posição há dois anos. A instituição afirmou que não há diretrizes de prática clínica endossadas por organizações externas. As revisões citadas, incluindo a revisão Cass do Reino Unido e a revisão de 2025 do Departamento de Saúde e Serviços Humanos do governo do presidente Donald Trump, contribuíram para uma visão mais clara dos potenciais danos, destacando lacunas na documentação de resultados físicos, psicológicos e psicossociais a longo prazo.

As evidências indicam que uma parcela significativa de crianças com disforia de gênero de início pré-púber tende a melhorar ou ter redução do sofrimento na idade adulta sem intervenção médica. Mesmo médicos experientes não dispõem de métodos confiáveis para distinguir quem continuará a sofrer daqueles que podem melhorar.

Essa declaração é relevante porque envolve médicos que realizam intervenções invasivas, permanentes e potencialmente prejudiciais. Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da conversa sobre o tema.

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