‘Não quero um cessar-fogo no Irã’, diz Trump

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Resumo: o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rejeita qualquer cessar-fogo no Irã enquanto o conflito permanece ativo. Em evento recente, ele afirmou que não se pode negociar quando o adversário está “literalmente aniquilando” o oponente. O confronto, que começou em 28 de fevereiro, já chegou ao 21º dia, com sinais de escalada e a possibilidade de ações terrestres. No cenário regional, o governo britânico autorizou o uso de bases no Reino Unido para apoiar operações defensivas, enquanto o líder iraniano Mojtaba Khamenei afirma a derrota do inimigo, ainda que as tensões permaneçam elevadas.

Segundo Trump, que desde janeiro de 2025 ocupa a presidência dos Estados Unidos, o cessar-fogo não cabe quando a ofensiva está em pleno curso. O anúncio coincide com a sinalização de neutralizar a ilha de Kharg, no Estreito de Ormuz, caso haja ordem presidencial, consolidando a estratégia norte-americana de manter pressão militar. O conflito, que começou no fim de fevereiro, avança para o 21º dia com a possibilidade de uma ofensiva terrestre nos próximos dias, à medida que os EUA mobilizam tropas adicionais, incluindo unidades do Corpo de Fuzileiros Navais.

Apoio de aliados também entra em foco. Londres autorizou explicitamente aos EUA o uso de bases britânicas no âmbito da defesa coletiva da região, para realizar operações defensivas destinadas a neutralizar alvos e capacidades de mísseis empregados para atacar navios no Estreito de Ormuz. O anúncio, divulgado por Downing Street, reforça a cooperação entre Washington e Londres diante da escalada, com ministros reafirmando que o acordo permite ações para conter as capacidades militares iranianas naquela linha estratégica.

Do lado iraniano, Mojtaba Khamenei, líder supremo, enviou uma mensagem escrita para marcar o Nowruz, o Ano Novo Persa, dizendo que o inimigo foi derrotado. Em tom que busca fortalecer a unidade nacional, ele ressaltou que a resistência é fruto de uma coesão entre diferentes origens religiosas, intelectuais, culturais e políticas. O líder negou qualquer ataque recente por parte das Forças Armadas iranianas ou de seus aliados contra Turquia ou Omã, destacando a ideia de que a defesa do país continua firme diante das agressões.

O confronto já envolve ações aéreas e o uso de drones, com os EUA anunciando o envio de mais tropas ao longo das próximas semanas. A retórica de ambos os lados aumenta o risco de escalada, enquanto especialistas acompanham a possibilidade de participação mercantil e diplomática se abrirem espaço para negociações. No entanto, a prioridade official permanece a defesa de posições estratégicas e a contenção de danos em rotas marítimas vitais para o comércio global.

Diante desse cenário, analistas ressaltam que a evolução do conflito pode redefinir a geopolítica do Oriente Médio, com impactos diretos no abastecimento de energia e na segurança de rotas cruciais. Qual é a sua leitura sobre a postura de Trump, a participação britânica e o equilíbrio entre pressão militar e diplomacia? Compartilhe suas ideias nos comentários e participe da discussão sobre este momento de enorme fragilidade regional e de possíveis consequências globais.

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