Saiba entraves que podem fazer Jacuipense mandar jogo contra o Palmeiras na Copa do Brasil fora da Bahia

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Resumo: O duelo entre Jacuipense e Palmeiras, pela quinta fase da Copa do Brasil 2026, pode não ocorrer na Bahia. A ida fica com o mando do Palmeiras em São Paulo, nos dias 22 ou 23 de abril, e a volta, com mando do Jacuipense, está prevista para 13 ou 14 de maio. A diretoria baiana analisa onde sediar a partida decisiva, diante de limitações de estádios e de custos logísticos.

Um dos principais entraves envolve a disponibilidade de estádios que atendam aos critérios mínimos da competição. O Estádio Eliel Martins, o Valfredão, em Riachão do Jacuípe, passa por obras de requalificação e enfrenta crise hídrica no município. O projeto prevê gramado novo, sistema de drenagem, iluminação em LED, reforma dos vestiários e ajustes na infraestrutura, com investimento estimado em R$ 1,2 milhão, financiado pela prefeitura e por emenda parlamentar.

Segundo o regulamento, a quinta fase exige, no mínimo, 10 mil lugares de público. Mesmo após as obras, o Valfredão não atenderia esse requisito, pois a capacidade é de até cinco mil torcedores. As regras do torneio são: primeira fase 2 mil; segunda até a quarta fase 4 mil; quinta fase até as quartas de final 10 mil; semifinais e finais 15 mil.

Ao longo das negociações, surgiu a possibilidade de usar a Arena Cajueiro, em Feira de Santana, para o duelo. No entanto, fontes ligadas ao Bahia Notícias indicaram que esse cenário é inviável, já que a Arena Cajueiro funciona como mando do Feira FC na Série B do Baiano. O Estádio de Pituaçú, em Salvador, também está fora de cogitação, pois passará por obras de modernização para a Copa do Mundo Feminina de 2027, com início em 6 de abril e conclusão prevista para novembro, o que inviabiliza a sua utilização.

Além da Copa do Brasil, o Jacuipense precisa entender o calendário da Série D, que está programado para começar em abril. A Copa do Nordeste também depende do uso de Pituaçú como mando, embora esse prazo esteja se encerrando. O Leão do Sisal encara o Sport pela estreia, às 21h30, na Ilha do Retiro, abrindo a competição regional. A situação exige decisões rápidas para evitar prejuízos na temporada.

Diante desse cenário, a diretoria avalia várias opções com foco na viabilidade financeira e logística. O clube busca manter a presença em casa com estádios que cumpram as exigências, sem perder tempo com alternativas inviáveis. A situação mostra os desafios de clubes de menor expressão quando confrontados com regras de capacidade e cronogramas apertados.

E para você, torcedor ou morador da região, como enxerga a solução? Acredita que Jacuipense encontrará um palco adequado para a decisão? Deixe sua opinião nos comentários e participe da discussão sobre o futuro do futebol local diante de obras, custos e planejamento.

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