Jerônimo encaminha reajuste do piso dos professores para apreciação da AL-BA

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Resumo: O governador Jerônimo Rodrigues (PT) encaminhou à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) um projeto de lei para reajustar o piso salarial dos professores e coordenadores da rede estadual, com pagamento retroativo a janeiro e repasses previstos para maio. A medida surge após acordo entre o governo estadual e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Bahia (APLB) e prevê aumento escalonado que começa com 3,4% em abril, seguido de mais 2% a partir de junho, abrangendo também educadores aposentados e indígenas.

O envio do projeto ocorreu nesta terça-feira (31), consolidando o entendimento entre o governo e a APLB, que atua como representante da categoria na negociação. O acordo visa assegurar que o reajuste seja implementado de forma gradual, respeitando o equilíbrio fiscal do estado e a necessidade de valorizar o corpo docente e técnico da educação pública. Além disso, a iniciativa reforça o compromisso de manter salários condizentes com as funções desempenhadas pelos profissionais da educação.

Segundo informações divulgadas, o piso atual dos docentes da rede estadual é de R$ 4.965,24. O texto prevê pagamento retroativo a janeiro e a confirmação das parcelas em maio, com a expectativa de que os valores já reajustados entrem em vigor nos próximos meses. O formato de retroatividade busca corrigir defasagens acumuladas e garantir que os profissionais recebam o ganho de forma mais rápida possível.

A proposta detalha um reajuste escalonado: 3,4% incididos já em abril, e, em seguida, mais 2% a partir de junho. Além dos docentes, a readequação do piso abrangeria também professores aposentados da rede estadual e educadores indígenas, ampliando o alcance do benefício a diferentes grupos que compõem o magistério público.

“A Bahia pagando o piso salarial. É isso aí”, celebrou o governador Jerônimo Rodrigues, ao comentar o avanço que reforça a valorização dos profissionais da educação em todo o estado e sinaliza uma resposta às reivindicações da categoria.

Com a medida, o estado reafirma o compromisso com a melhoria das condições salariais de quem atua na educação pública, reconhecendo que salários melhores influenciam diretamente na qualidade do ensino oferecido às famílias da cidade. A tramitação segue na AL-BA, que deverá analisar o texto, discutir possíveis ajustes e encaminhar a aprovação conforme o cronograma apresentado pelo governo.

E você, como enxerga esse reajuste do piso e o efeito dele para a cidade e para os estudantes? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe do debate sobre o futuro da educação na Bahia.

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