Ao final do prazo, 11 governadores e dez prefeitos de capitais renunciaram para concorrer nas eleições de outubro

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Resumo: 11 governadores e 10 prefeitos de capitais anunciaram renúncias até este sábado para disputar novos mandatos nas eleições de outubro. A desincompatibilização é obrigatória para quem busca reeleição, mas as candidaturas oficiais só ocorrerão em agosto, após as convenções partidárias e o registro no TSE. Entre os governadores, dois aparecem como pré-candidatos à Presidência: Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (PSD-GO), sendo que Zema também é cotado para vice na chapa de Flávio Bolsonaro. Os demais ex-governadores devem mirar vagas no Senado. Também houve a saída de dez prefeitos de capitais em busca de novas oportunidades, com definições ainda em aberto para alguns nomes, como JHC, em Alagoas.

Entre os governadores que deixaram o cargo, dois estão no radar de além do mandato federal: Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD). Zema, contudo, é cotado para compor a chapa de vice na candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL). A maioria dos demais ex-chefes do Executivo estadual é vista como provável candidata a vagas no Senado. A relação abaixo reúne quem deixou o cargo, com estado e sigla partidária:

  • Gladson Cameli, do PP, no Acre
  • Wilson Lima, do União Brasil, no Amazonas
  • Ibaneis Rocha, do MDB, no Distrito Federal
  • Renato Casagrande, do PSB, no Espírito Santo
  • Ronaldo Caiado, do PSD, em Goiás
  • Mauro Mendes, do União Brasil, em Mato Grosso
  • Romeu Zema, do Novo, em Minas Gerais
  • Helder Barbalho, do MDB, no Pará
  • João Azevêdo, do PSB, na Paraíba
  • Cláudio Castro, do PL, no Rio de Janeiro
  • Antonio Denarium, do Republicanos, em Roraima

Além dos governadores, dez prefeitos de capitais também deixaram seus cargos até este sábado, majoritariamente para buscar vagas em governos estaduais. No caso do ex-prefeito de Maceió, JHC (PSDB), ainda não está definido se ele disputará o governo ou o Senado por Alagoas. A lista de prefeitos que renunciaram segue abaixo:

  • Eduardo Paes (PSD), ex-prefeito do Rio de Janeiro (RJ)
  • Lorenzo Pazolini (Republicanos), ex-prefeito de Vitória (ES)
  • João Campos (PSB), ex-prefeito do Recife (PE)
  • Eduardo Braide (PSD), ex-prefeito de São Luís (MA)
  • Cícero Lucena (MDB), ex-prefeito de João Pessoa (PB)
  • David Almeida (Avante), ex-prefeito de Manaus (AM)
  • Dr. Furlan (PSD), ex-prefeito de Macapá (AP)
  • Tião Bocalom (PSDB), ex-prefeito de Rio Branco (AC)
  • Arthur Henrique (PL), ex-prefeito de Boa Vista (RR)
  • João Henrique Caldas (PSDB), ex-prefeito de Maceió (AL)

Essa onda de renúncias reforça o ritmo acelerado do calendário eleitoral, com decisões ainda a serem tomadas sobre para onde cada liderança avançará nas eleições de outubro. As candidaturas oficiais dependem das convenções partidárias e do registro no TSE, ainda neste ano. O cenário evidencia a importância das alianças e das estratégias de cada sigla para o pleito que se aproxima.

O que você pensa sobre esse movimento de renúncias e sobre as possibilidades que se desenham para as eleições? Compartilhe sua leitura nos comentários e traga suas perspectivas sobre como essas mudanças podem impactar o panorama político nas capitais e nos estados.

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