O pré-candidato Flávio Bolsonaro reforça a aposta no eleitor evangélico em São Paulo, iniciando uma série de visitas a igrejas com foco nas eleições de 2026. A estratégia ganha impulso após Ronaldo Caiado intensificar a aproximação com lideranças religiosas, sinalizando um movimento coordenado no campo conservador.
O primeiro ato público ocorreu durante encontro com obreiros da Assembleia de Deus Ministério do Belém, quando Flávio ajoelhou-se ao lado de pastores e recebeu uma oração pública conduzida pelo bispo José Wellington Bezerra da Costa, diante de cerca de 40 líderes religiosos. O momento, marcado por uma atmosfera de fé, seguiu para uma reunião interna que reuniu diferentes níveis de liderança da igreja.
Entre as lideranças presentes, esteve o pastor José Wellington Costa Júnior, ligado à Convenção Geral dos Ministros das Igrejas Evangélicas Assembleia de Deus do Brasil (CGMB), uma das maiores expressões do segmento no país. Segundo aliados, a passagem por São Paulo inclui ainda encontros reservados com outras figuras de peso entre os fiéis, seguindo o modelo de aproximação direta já utilizado em campanhas anteriores.
A ofensiva ocorre num cenário em que o eleitorado evangélico assume relevância crescente nas eleições nacionais. Pesquisas indicam que esse segmento pode ser decisivo na corrida presidencial, tornando-se alvo prioritário de pré-candidatos conservadores. A movimentação de Flávio Bolsonaro é lida como uma resposta ao avanço de Ronaldo Caiado, que tem investido fortemente na construção de vínculos com lideranças religiosas para ampliar sua capilaridade entre os fiéis.
Além de nomes com forte mobilização entre crentes, como Estevam Hernandes (Renascer em Cristo), R. R. Soares (Igreja Internacional da Graça de Deus) e Valdemiro Santiago (Igreja Mundial do Poder de Deus), a iniciativa de Flávio sinaliza uma tática de consolidar alianças dentro do campo conservador, onde a influência religiosa desempenha papel central na definição de candidaturas e alianças. Trata-se de uma nova etapa na estratégia de aproximação direta com lideranças religiosas, com o objetivo de ampliar alcance e engajamento entre eleitores fiéis.
E você, qual o peso que as lideranças religiosas devem ter na definição de candidaturas? Deixe sua opinião nos comentários e participe da conversa sobre o papel da fé na política brasileira. Queremos ouvir sua leitura sobre o impacto dessas aproximações nas próximas eleições. Palavras-chave: Flávio Bolsonaro, eleições 2026, apoio evangélico, Assembleia de Deus Ministério do Belém, lideranças religiosas.

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