Vitória se pronuncia sobre ações de ex-atletas e contesta cobranças na Justiça

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O Vitória divulgou, por meio de sua assessoria jurídica, esclarecimentos formais sobre recentes débitos envolvendo ex-atletas e desmentiu cobranças que considera distorcidas. Em nota enviada à Bahia Notícias nesta segunda-feira (7), o clube afirmou que os acordos firmados já foram homologados e que as demandas apresentadas não refletem a realidade dos fatos.

No caso do atacante Gustavo Mosquito, o Vitória informou que houve um acordo judicial entre as partes, já homologado, encerrando qualquer pendência. A direção destacou que a solução ocorreu dentro da legalidade, com consenso entre as partes e quitação mútua das obrigações assumidas, sem deixar lacunas jurídicas.

Para Wanderson Papaterra e Maycon Cleiton, o clube explicou que os vínculos foram firmados por meio de Contrato Especial de Trabalho Desportivo e, posteriormente, rescindidos de forma antecipada, em comum acordo. O Vitória contesta os valores cobrados atualmente, afirmando que não há respaldo fático ou jurídico para tais exigências e que as ações serão contestadas, com a intenção de comprovar a improcedência das alegações.

Além disso, a instituição ressaltou o seu compromisso com a legalidade, a transparência e o cumprimento das obrigações contratuais, assegurando que divergências são tratadas pelos meios legais cabíveis, com respeito ao ordenamento jurídico e às normas vigentes. A mensagem aponta para uma gestão que prioriza o processo formal de resolução de conflitos, sem abrir espaço para questionamentos que possam afetar a imagem do clube.

Outro ponto da nota revela um desdobramento financeiro envolvendo o volante Willian Oliveira. O Vitória confirmou a assinatura de um acordo no valor de R$ 910 mil para encerrar a ação trabalhista movida pelo jogador, homologado no dia 5 de março de 2026 pela 20ª Vara do Trabalho de Salvador. O processo, iniciado em janeiro, tinha como base verbas como férias indenizadas, adicional de um terço, diferenças de FGTS, multa rescisória e honorários advocatícios, com um montante inicial de R$ 1,14 milhão.

Em complemento à situação, o clube reforçou sua disposição de defender a veracidade dos seus atos e de demonstrar, de modo claro, a improcedência das acusações apresentadas contra o departamento jurídico e a diretoria. A instituição também afirmou que continuará atuando com firmeza para preservar a sua imagem institucional e os seus interesses, sempre dentro da legalidade e do respeito às normas vigentes.

Por fim, a direção do Vitória reiterou o repúdio a tentativas de exposição midiática indevida e anunciou que adotará todas as medidas cabíveis para proteger a reputação do clube. A nota indica que, além de resolver as pendências com ex-atletas por meio de acordos homologados, o clube manterá o compromisso com atitudes responsáveis e transparentes perante a cidade e seus moradores.

Convidamos você, leitor, a compartilhar sua opinião nos comentários sobre como a gestão de acordos trabalhistas de clubes de futebol pode impactar a imagem institucional, a relação com atletas e a confiança da torcida. Qual o seu ponto de vista sobre a postura do Vitória nessas situações?

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