Resumo: Um professor da UFBA e o diretor do Departamento de Economia brigaram pela manhã desta sexta-feira, 10, após uma discussão sobre uma reforma na sala da esposa do docente. A discussão evoluiu para agressões físicas entre ambos, e o caso foi registrado na Central de Flagrantes. O episódio ganha contornos institucionais enquanto a universidade acompanha os desdobramentos.
Conforme apuração inicial, a sala pertence à esposa do professor, que também leciona na instituição. O diretor questionou a execução da reforma, alegando que a obra estaria sendo realizada sem autorização. A conversa, que começou de forma tensa, rapidamente degenerou para troca de empurrões, socos e chutes, até que terceiros intervenham para interromper a briga.
Em entrevista ao programa Alô Juca, o diretor Henrique Tomé afirmou que agiu em legítima defesa e relatou que houve agressões mútuas. Foi uma agressividade mútua, completou, lembrando que tinha vantagem física durante o confronto.
O registro do caso ocorreu na Central de Flagrantes e, até o momento, não houve divulgação de medidas disciplinares ou novas informações sobre a apuração. O desfecho da ocorrência permanece em atualização, com autoridades competentes monitorando o andamento do processo.
Este episódio lança luz sobre a gestão de reformas em espaços acadêmicos e as dinâmicas entre docentes na UFBA. Mesmo sem detalhes adicionais, o caso evidencia a necessidade de regras claras para intervenções em salas de ensino, a fim de evitar conflitos que prejudiquem a rotina do campus e a segurança de quem trabalha e estuda na instituição.
A violência não tem espaço em ambientes de ensino, e episódios como este exigem apuração rápida e medidas que fortaleçam a segurança de todos no campus. A população acadêmica espera transparência na apuração e soluções que impeçam novas ocorrências. Compartilhe sua opinião sobre como gerir reformas em salas de aula e como fortalecer o diálogo entre docentes para prevenir conflitos no ambiente universitário.
