Um homem de 62 anos foi preso nesta terça-feira (14) em Ibirapitanga, no sul da Bahia, sob a acusação de estupro de vulnerável contra uma menina de 11 anos. O crime, que teria ocorrido em outubro do ano passado, veio à tona após a irmã mais velha da vítima registrar relatos no diário da menina. A família acionou os pais, a escola, o Conselho Tutelar e a polícia, que passaram a investigar o caso. O suspeito já possuía histórico de acusação semelhante em 2024, envolvendo outra menor, de 13 anos.
Conforme apurado, a irmã da vítima relatou que a menina escreveu no diário que o idoso, que era amigo da família, invadiu o quarto durante uma visita. Na ocasião, a irmã da vítima dormia no mesmo quarto. Esse relato serviu de trigger para que os pais procurassem o colégio em que a menina estuda, que por sua vez acionou o Conselho Tutelar da cidade e registrou o caso junto à Polícia Civil, dando início às medidas legais cabíveis e às investigações.
A menor descreveu que o agressor tocou as partes íntimas dela durante a visita, o que configura violência sexual contra menor de idade. Os investigadores não detalharam outros elementos do depoimento público neste estágio, preservando a privacidade da vítima durante o andamento do inquérito. O foco da apuração, neste momento, é confirmar os fatos, a autoria e as circunstâncias do ocorrido, para encaminhar as medidas legais pertinentes.
A polícia informou que o suspeito já havia sido acusado pelo mesmo crime em 2024, envolvendo uma vítima de 13 anos. Não está claro como terminou aquele caso anterior, mas as autoridades destacam que a reincidência é uma linha de investigação relevante neste processo atual, que permanece sob análise. Em Ibirapitanga, a comunidade jurídica acompanha com cautela os próximos passos, diante de uma denúncia grave que envolve uma criança e um conhecido da família.
As medidas de proteção à vítima e aos demais membros da família foram acionadas conforme o protocolo de atendimento a menores em situação de violência. A cidade de Ibirapitanga aguarda novas informações das autoridades, que observam o devido sigilo e respeito aos direitos da criança, ao mesmo tempo em que buscam esclarecer todas as circunstâncias para responsabilizar o suspeito, caso as evidências se comprovem.
Especialistas em proteção à infância ressaltam a importância de denúncias rápidas e de apoio às vítimas durante o andamento do inquérito. O caso reacende, na cidade, debates sobre prevenção, educação emocional e fiscalização de visitas de pessoas próximas à família. Os próximos desdobramentos devem esclarecer como as circunstâncias ocorreram, quem esteve presente, e quais medidas de proteção serão adotadas para evitar que situações semelhantes voltem a acontecer.
Os moradores da cidade de Ibirapitanga são convidados a compartilhar opiniões, experiências ou sugestões sobre como fortalecer a proteção de menores diante de situações como essa. Comente abaixo como você enxerga a atuação das autoridades, o papel da escola e da família na prevenção e no acolhimento de vítimas. Sua voz pode contribuir para debates mais amplos sobre segurança e bem-estar das crianças na região.

