Resumo curto: uma assessora parlamentar de Alagoinhas alega ter sido assediada dentro da Câmara Municipal na última terça-feira (14). O funcionário terceirizado envolvido foi desligado. A Câmara informou que acolheu a vítima e está adotando medidas para reforçar a segurança, incluindo a instalação de câmeras no gabinete da vereadora Jaldice Nunes.
Conforme apurado, o episódio teve início na terça-feira e envolveu o uso de assédio no ambiente institucional. Segundo o portal Alagonews, o trabalhador terceirizado foi desligado após a denúncia. A Câmara Municipal de Alagoinhas destacou que o episódio envolveu uma assessora vinculada ao gabinete da vereadora Jaldice Nunes, filiada à União, o que reforça a gravidade do caso.
Na nota oficial, a Câmara informou ainda que houve acolhimento à vítima e apoio institucional imediato. A direção explicou que, assim que tomou conhecimento da denúncia, afastou o colaborador e procedeu com o acolhimento da assessora atingida, reforçando a importância de um ambiente de trabalho respeitoso.
Durante a sessão desta quinta-feira (16), a vereadora Jaldice Nunes afirmou ter registrado boletim de ocorrência e classificou o episódio como inadmissível no ambiente institucional. A parlamentar ressaltou que não pode haver tolerância com condutas de assédio dentro do parlamento municipal e que a denúncia foi encaminhada aos órgãos competentes.
A Câmara também detalhou as medidas de segurança que serão adotadas. Foi anunciada a instalação de câmeras no gabinete da vereadora e a adoção de regras mais rígidas de controle de acesso à Câmara, com o objetivo de aumentar a proteção de funcionários, vereadores e visitantes. Tais ações visam prevenir novos incidentes e promover maior transparência nas rotinas do prédio.
Especialistas em governança pública costumam lembrar que casos como esse expõem a necessidade de canais de denúncia acessíveis, procedimentos de conduta claros e fiscalização interna eficiente. Em Alagoinhas, moradores observam o desdobramento do caso, que pode influenciar práticas de gestão de gabinete e o monitoramento de contratos com empresas terceirizadas que atuam no Legislativo.
Neste momento, a cidade acompanha de perto os desdobramentos e espera que as medidas adotadas fortaleçam a confiança na Câmara Municipal. Compartilhe sua opinião: quais passos você acredita serem mais eficazes para prevenir assédios no serviço público e como a cidade pode manter um ambiente de trabalho seguro, justo e aberto ao escrutínio da sociedade?

