Coronel Sturaro defende cúpula da SSP-BA e aponta fatores externos como desafio na segurança em Salvador

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Resumo: Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na rádio Antena 1 Salvador, o coronel Humberto Sturaro, atual diretor de Prevenção à Violência da Guarda Civil Municipal de Salvador, defende a continuidade da gestão da Secretaria de Segurança Pública da Bahia e aponta que a solução está na integração entre prefeitura e governo estadual, aliada a medidas estruturais que vão além de ações policiais para reduzir a violência na capital. A conversa também reforça o papel da gestão municipal na condução da segurança local.

Durante a entrevista, Sturaro afirmou que, se pudesse decidir no governo estadual, não mudaria a condução da SSP-BA. Ele ressaltou que o caminho passa pela cooperação entre as esferas municipal e estadual, com ações estruturais que complementem o trabalho das forças de segurança. O coronel elogiou a postura do prefeito, enfatizou a continuidade do apoio ao secretário Marcelo Werner e citou Magalhães como parte de uma equipe que precisa de estabilidade para enfrentar a violência.

O militar também descreveu a relação de lealdade com a gestão atual, afirmando que, se perguntado sobre governar, manteria Marcelo Werner e Magalhães. Ele reconheceu que Salvador tem problemas reais e que o momento exige não apenas reforçar recursos, mas fortalecer políticas públicas de segurança. Segundo ele, a tensão entre o que a polícia pode fazer no dia a dia e o que precisa ocorrer de forma integrada é o principal desafio para reduzir feridos e ampliar a eficácia das ações.

Sturaro destacou quatro décadas dedicadas à Segurança Pública, citando áreas como Nordeste de Amaralina e o Lobato, onde atuou ao longo da carreira. Segundo ele, a recorrência de conflitos em territórios específicos mostra que apenas ações policiais não resolvem o problema; é preciso estruturar o ambiente para que o tráfico tenha menor espaço e para que a polícia opere com maior respaldo institucional. A fala reforça a necessidade de medidas complementares, que vão além do patrulhamento.

No Centro Histórico, especialmente na área do Pelourinho, o coronel descreveu estratégias que unem institucionalização e inclusão social. A visão é crítica, mas propositiva: mesmo na oposição, importa criticar com sugestões e manter portas abertas para a colaboração. O prefeito teria entendido a importância de abraçar as pessoas em situação de vulnerabilidade, com a Semop encarregada de empregar esse público e de promover ações que incluam quem vive à margem, incluindo relatos de trabalhadores com monitoramento eletrônico.

Essa abordagem integrada para a segurança pública em Salvador envolve não apenas repressão, mas também oportunidades econômicas e melhoria de infraestrutura, para reduzir o espaço do crime. Moradores, comerciantes e visitantes podem acompanhar esse movimento de cooperação entre a prefeitura e o governo estadual, que busca resultados duradouros. O tema exige participação da cidade para moldar políticas mais eficazes e inclusivas, com avaliação contínua das ações e de seus impactos.

Agora, leitor, qual é a sua avaliação sobre essa estratégia integrada entre prefeitura e estado? Deixe seu comentário com opiniões, sugestões ou dúvidas sobre como tornar Salvador mais segura e acolhedora para todos os moradores. Sua participação enriquece o debate e ajuda a orientar caminhos práticos para a segurança pública da cidade.

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