Prefeito é cassado por estátua superfaturada de Cristo em MT. Entenda

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Resumo: Por 8 votos a 1, a Câmara de São José do Rio Claro cassou o mandato do prefeito Levi Ribeiro, do PL, sob a acusação de infrações administrativas, incluindo supostas obras superfaturadas em uma estátua de Jesus Cristo. O vice-prefeito Tarcísio Anor Garbin, do PSB, assume o cargo até a conclusão dos trâmites legais.

A sessão que decidiu pela cassação aconteceu na tarde de sexta-feira, 24 de abril, e se estendeu até a manhã de sábado, 25. O processo apontou três das seis denúncias encaminhadas contra o gestor, dentre elas perseguição de servidores, uso de madeira inadequada para construção de casas populares e o pagamento de um aditivo de cerca de R$ 42 mil para a instalação de tapumes em uma obra de construção da estátua mencionada. A atuação da comissão processante foi recebida com reações diversas entre moradores da cidade, que fica a aproximadamente 297 quilômetros de Cuiabá.

A retirada do cargo ocorre em um momento de acirramento político na localidade, gerando expectativa em torno de quem comandará a prefeitura nos próximos dias. Garbin tem agenda pública prevista para a manhã de domingo, 26, às 9h, quando será empossado oficialmente. A mudança pode impactar a condução de políticas públicas locais, sobretudo nas áreas de habitação e gestão de servidores, temas centrais das denúncias apresentadas contra o prefeito cassado.

A cidade acompanhou de perto o desenrolar do processo, com moradores lembrando que a denúncia envolvendo superfaturamento em uma estátua de Jesus Cristo ganhou notoriedade entre as investigações apresentadas pela comissão. Além disso, a abertura de etapas processuais relacionadas a condutas administrativas tem moldado a percepção sobre a atuação da gestão, o que pode influenciar o debate político local nas próximas eleições. A pasta de habitação e a fiscalização de obras municipais aparecem entre os pontos mais citados pela população.

A cobertura completa deste caso foi veiculada pelo RD News, veículo parceiro do Metrópoles, que acompanhou de perto as etapas da cassação e a transição de comando. A imprensa local reforça a necessidade de transparência nas investigações e de continuidade administrativa para garantir serviços básicos à cidade. Enquanto isso, promotores e vereadores caminham para organizar a transição institucional com a devida cadência legal, assegurando que a população seja informada sobre os próximos passos.

Por fim, a cidade é chamada a acompanhar os desdobramentos com cautela, entendendo que a decisão reflete não apenas o desfecho de um mandato, mas também a maneira como a administração pública lida com denúncias e com a responsabilização de gestores. O que vier a seguir deve fortalecer o funcionamento da Câmara, a confiança dos moradores e a qualidade dos serviços prestados pela prefeitura. Convidamos você a deixar seu comentário, compartilhar sua opinião e participar do debate sobre o futuro da cidade. Quais mudanças você espera na gestão municipal?

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