A Costa do Marfim divide a artilharia histórica das Copas entre quatro atacantes, cada um com dois gols, com Didier Drogba no papel de maior símbolo da geração que levou o país ao cenário global. O retorno à Copa do Mundo em 2026 vem acompanhado de promissores nomes da nova safra, escoltados pela conquista da Copa Africana de Nações de 2023 e pela expectativa de avançar mais adiante no torneio da América do Norte.
Quatro artilheiros no topo – Didier Drogba, Aruna Dindane, Gervinho e Wilfried Bony dividem o topo da lista de gols da Costa do Marfim em Copas do Mundo, com dois gols cada um. Drogba anotou na estreia de 2006 contra a Argentina e repetiu o feito em 2010 contra o Brasil. Dindane marcou duas vezes em 2006, na vitória de virada sobre Sérvia e Montenegro. Gervinho balançou as redes na Copa de 2014, diante do Japão e da Colômbia. Bony também anotou duas vezes em 2014, contra o Japão e diante da Grécia.
Outros que balançaram as redes – Além do quartet, cinco jogadores marcaram um gol cada pela Costa do Marfim nos Mundiais: Bonaventure Kalou (2006, contra Sérvia e Montenegro), Bakari Koné (2006, contra a Holanda), Yaya Touré (2010, contra a Coreia do Norte), Romaric (2010, contra a Coreia do Norte) e Salomon Kalou (2010, contra a Coreia do Norte).
Resumo histórico – Desde a estreia da Costa do Marfim em Copas do Mundo em 2006, a equipe soma 13 gols no torneio, evidenciando a força de uma geração que projetou talentos para a Europa, mesmo diante de campanhas que não avançaram às fases eliminatórias de forma constante.
Retorno ao Mundial e nova geração – Depois de 12 anos de ausência, os Elefantes voltam à Copa do Mundo em 2026. A equipe chega fortalecida pela conquista da Copa Africana de Nações de 2023 e pelo comando de Emerse Faé, que aposta em uma renovação ofensiva. Entre os nomes de destaque para a nova fase estão Sébastien Haller, Nicolas Pépé e Franck Kessié, que terão a missão de ampliar a janela de gols e conduzir o time a uma campanha histórica no Brasil, na América do Norte.
Desafio de liderar a artilharia – O registro de apenas dois gols como marca histórica destaca o desafio de consolidar uma liderança ofensiva sólida. A esperança é que a nova geração, associada aos nomes já consolidados, consiga não apenas marcar, mas também avançar a Costa do Marfim à fase de mata-mata pela primeira vez desde 2006, abrindo uma nova era para o futebol ivoirien no cenário global.
E você, leitor, como enxerga a trajetória da Costa do Marfim rumo a 2026? Compartilhe sua opinião nos comentários e indique quais nomes você acredita que podem liderar a artilharia marfinense na próxima Copa do Mundo. Sua leitura pode abrir um debate interessante sobre o futuro do futebol na região.

