VÍDEO: Claudia Leitte cita Ivete Sangalo como inspiração na carreira musical e surpreende público

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Claudia Leitte afirma que não há guerra entre ela e Ivete Sangalo. Em entrevista ao podcast Desculpincomodar, a cantora sustentou que Ivete e Daniela Mercury foram figuras-chave para as referências femininas no Axé e ajudaram a moldar um movimento pop que a Bahia sempre teve de forma natural. O saldo do papo é de respeito e inspiração mútua, com Claudia deixando claro que a rivalidade nunca foi o foco de sua trajetória.

O tom do encontro diverge do que circula nos bastidores. No recorte divulgado, Claudia não tratou da crise que ganhou as redes no final de 2024, quando mudanças na música Cata Caranguejo, tirando Yemanjá da letra e substituindo por Yeshua, renderam críticas e especulações sobre um afastamento entre as duas estrela. Ainda que Ivete Sangalo tenha evitado falar publicamente sobre o assunto, um comentário do ex secretário de Cultura de Salvador, Pedro Tourinho, em uma postagem com críticas a Claudia, foi interpretado pelos fãs como sinal de rompimento. Desde então, as duas não demonstraram interações públicas de alto perfil.

Durante o Carnaval deste ano, Claudia chegou a negar que estivesse mandando indiretas para Ivete ao usar um símbolo de alho pendurado no trio elétrico, alegando que o ingrediente é apenas especiaria. Ela reforçou que não pretende alimentar novelas entre artistas e que prefere concentrar a energia na própria música. Em meio ao rasto dessas controvérsias, ficou evidente que o clima entre as duas não se reestabeleceu de forma prática, mesmo com a tentativa de manter a narrativa no campo profissional.

Ivete Sangalo, por sua vez, evitou comentar o conflito em voz alta. Em entrevista ao UOL, a cantora foi direta ao dizer que não gosta de lançar mensagens negativas sobre colegas de profissão. Ela destacou que não usa esse tipo de discurso e que sua atuação está respaldada pela consistência de sua música, postura e argumentos que sustentam seu trabalho. A postura de Ivete reforça a imagem de uma figura que privilegia o foco na arte em vez de confrontos públicos.

A discussão oferece um panorama interessante sobre a cena feminina no Axé e, mais amplamente, na música baiana. Claudia Leitte descreve uma trajetória em que Ivete Sangalo e Daniela Mercury ajudaram a abrir espaço para novas expressões, com uma referência de que a Bahia sempre teve um DNA pop forte. A narrativa sugere que a rivalidade não foi a força motriz, mas sim o amadurecimento de artistas que, mesmo admirando umas às outras, acabaram cruzando caminhos de forma complexa nos últimos tempos.

Como a relação entre Claudia Leitte e Ivete Sangalo pode evoluir a partir daqui? A cena musical local continua observando de perto quando grandes nomes da região se cruzam, aprendem e, às vezes, discordam publicamente. E você, leitor, o que pensa sobre essa era de convivência profissional entre gigantes do Axé? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe como você enxerga o papel das mulheres na música baiana hoje.

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