Resumo: O Órgão Especial do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região, com sede em Salvador, autorizou a liberação de desembargadores para representar a corte na XXIII Olimpíada Nacional da Justiça do Trabalho, que será realizada em Aracaju (SE), entre 19 e 25 de setembro de 2026. A decisão impõe a condição de que as sessões do tribunal não sejam prejudicadas pelo afastamento de magistrados.
A solicitação, feita pela Anastra, visa liberar desembargadores da corte para participarem da XXIII Olimpíada Nacional da Justiça do Trabalho, marcada para Aracaju, entre 19 e 25 de setembro de 2026.
A autorização institucional foi publicada na forma de resolução nº 20, de 28 de abril de 2026, e foi aprovada por unanimidade durante a 7ª Sessão Presencial do colegiado, que ocorreu na véspera sob a presidência da desembargadora Ivana Magaldi.
Entre os expositores da votação, além da presidente Ivana Magaldi, estiveram presentes os desembargadores Suzana Inácio, Paulino Couto, Lourdes Linhares, Débora Machado, Jéferson Muricy, Edilton Meireles, Tânia Magnani, Luís Carneiro, Angélica Ferreira e Cláudio Kelsch Tourinho Costa. A vice-procuradora-chefe da PRT5, Maria Manuella Brito Gedeon, também participou da decisão.
A liberação está condicionada ao não comprometimento das sessões do TRT, assegurando que a prestação jurisdicional às partes não sofra prejuízos durante o período da Olimpíada.
O evento está programado para ocorrer na cidade de Aracaju, capital de Sergipe, e representa uma oportunidade de participação institucional a nível nacional, com a participação de magistrados e servidores envolvidos com a Justiça do Trabalho.
Essa decisão demonstra cuidado com a continuidade dos trabalhos na Justiça do Trabalho, ao mesmo tempo em que permite que representantes da região acompanhem uma atividade esportiva de alcance nacional, fortalecendo a interação entre diferentes instâncias do Judiciário.
E você, leitor da região, qual sua opinião sobre a participação de magistrados em eventos esportivos nacionais? Compartilhe seus pensamentos nos comentários e dialogue sobre o equilíbrio entre atividades institucionais e compromissos judiciais.

