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Embaixada se manifesta após morte de brasileiros no Líbano

Embaixada se manifesta após morte de brasileiros no Líbano
Embaixada se manifesta após morte de brasileiros no Líbano

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Um ataque atribuído às Forças de Defesa de Israel no sul do Líbano tirou a vida de dois moradores brasileiros de origem libanesa e deixou outro ferido, provocando grande preocupação entre quem vive em Beirute. A Embaixada do Líbano no Brasil informou que acompanha de perto o caso e trabalha para apoiar as famílias das vítimas.

As vítimas foram identificadas como Manal Jaafar, mãe de Ali Ghassan Nader, de 11 anos. O pai do garoto, Ghassan Nader, também morreu; ele não nasceu no Brasil. Um segundo filho do casal, também brasileiro, ficou ferido e segue hospitalizado. Segundo relatos, a família havia retornado à residência para buscar pertences, acreditando que a trégua manteria a segurança.

Em nota publicada nas redes sociais, o governo libanês informou que está em cooperação com a representação brasileira em Beirute para garantir apoio às famílias das vítimas.

O gabinete do embaixador destacou que o Brasil e o Líbano compartilham não apenas o sofrimento pela perda de vidas inocentes, mas também a posição de condenar qualquer agressão e desrespeito ao direito internacional e ao direito humanitário internacional.

Cessar-fogo frágil

O episódio ocorre em meio à escalada de tensões entre Israel e o Hezbollah, mesmo com o cessar-fogo em vigor.

Dados do Ministério das Relações Exteriores confirmam que a família foi morta no domingo (26/4), após bombardeio atingir a casa em que moravam, na cidade de Bint Jbeil. Um outro filho do casal, também brasileiro, ficou ferido e permanece hospitalizado. Segundo relatos, a família retornou à residência para buscar pertences, acreditando que a trégua garantiria a segurança.

Posição do Itamaraty

Em nota, o Itamaraty lamentou as mortes e condenou as violações do cessar-fogo por ambos os lados. O governo brasileiro reiterou a mais veemente condenação a todos os ataques ocorridos durante a vigência do cessar-fogo, destacando tanto as ações de Israel quanto as do Hezbollah.

O comunicado também criticou a destruição de estruturas civis no sul do Líbano e o deslocamento de mais de 1 milhão de pessoas no país.

Dados do Ministério da Saúde libanês apontam que, desde 2 de março, os ataques deixaram mais de 2,5 mil mortos e quase 8 mil feridos.

Esta galeria reúne imagens associadas ao tema e ajuda a contextualizar o momento de tensão entre as partes envolvidas, mantendo o foco humano das informações apresentadas.

Convidamos você a deixar sua opinião nos comentários sobre como conflitos desse tipo afetam famílias que vivem próximas a zonas de confronto e sobre o papel das autoridades em proteger civis e buscar soluções diplomáticas. Sua leitura e participação ajudam a ampliar o debate com responsabilidade e cuidado.

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