Deputada do Psol chama Sérgio Moro de “juiz ladrão” e senador responde: “nem sei o seu nome”

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Resumo: Durante a sessão do Congresso Nacional desta quinta-feira, houve um bate-boca entre a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) e o senador Sérgio Moro (PL-PR) na discussão sobre o veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas. Melchionna chamou Moro de “juiz ladrão” e apontou contradições entre o discurso moralizante da oposição e ações que, segundo ela, teriam protegido corruptos. O embate mostrou a intensidade das disputas sobre corrupção no plenário.

A deputada gaúcha criticou o que chamou de contradição entre o discurso de moralidade da direita e atitudes de setores que teriam apoiado medidas de proteção a suspeitos de corrupção. Em meio aos ataques, Melchionna afirmou que Moro tenta se apresentar como paladino da moral, apesar de controvérsias associadas à Operação Lava Jato, destacando o sentido de uma postura que, na visão dela, não condiz com a prática política.

O senador Sérgio Moro pediu a palavra para rebater a colega e disse não saber o nome da parlamentar que o enfrenta. Ele manteve a posição de que tem “consciência tranquila” sobre sua atuação na Lava Jato e reiterou que houve corrupção na Petrobras durante governos do PT, defendendo o que considerou combate firme à prática de crimes contra o patrimônio público.

Sobre a Petrobras, Moro citou números para sustentar sua argumentação. Ele afirmou: “Eu tenho a absoluta consciência tranquila do que eu fiz na Operação Lava Jato e o roubo da Petrobras foi real. A Petrobras recuperou R$ 6 bilhões e tudo isso aconteceu no governo Lula.” Além disso, mencionou a suspeita de envolvimento de um filho do presidente Lula em delitos ligados a pensionistas, enquadrando o tema dentro da agenda de combate à corrupção.

O confronto ocorreu no contexto da avaliação de veto do presidente Lula a propostas relacionadas à dosimetria de penas, tema que acende o debate sobre endurecimento de punições e responsabilidade penal. A troca de acusações refletiu a polarização entre a base governista e a oposição, com cada lado buscando ganhar legitimidade na leitura de casos de corrupção históricas no país.

Para moradores da região, o episódio reforça a percepção de que justiça e punição para crimes envolvendo o setor público continuam a dividir o plenário, influenciando decisões que afetam a rotina legislativa e a confiança pública nas instituições. A agenda de fiscalização, punição e responsabilização permanece no centro das pautas.

E você, como lê esse embate entre Melchionna e Moro? Deixe sua opinião nos comentários sobre o veto à dosimetria de penas, o legado da Lava Jato e o impacto dessas disputas na política brasileira.

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