Alanis Guillen, atriz da novela Três Graças, obteve na Justiça do Rio de Janeiro uma medida protetiva contra a ex-namorada Giovanna Reis, após um processo que aponta violência psicológica, perseguição e constrangimento, amparado pela Lei Maria da Penha.
Desde o término, em março, Giovanna Reis, produtora associada ao romance entre as duas, tem mantido contatos insistentes, feito ameaças de expor a vida privada de Alanis e chegado a ir até a residência da atriz. Tais ações configuram invasão de domicílio, segundo o processo, com registros anexados que também apontam tentativas de intimidar Alanis por meio de colegas de elenco.
A Justiça do Rio de Janeiro acolheu o pedido da defesa com base na Lei Maria da Penha, entendendo que o caso envolve violência psicológica, perseguição e constrangimento. A decisão determina que Giovanna não mantenha contato com Alanis por telefone, redes sociais ou aplicativos de mensagens, e proíbe comentários públicos ou divulgações sobre a vida privada da atriz.
Relembre o contexto: em março, Giovanna Reis ganhou as redes por falas consideradas preconceituosas atribuídas a um antigo perfil no X (antigo Twitter). Em 2012, declarações racistas, homofóbicas, gordofóbicas e transfóbicas integraram o histórico divulgado, o que a aproximou do Expresso 2222 por um post sobre Preta Gil. Em nota, Giovanna confirmou ser dona do perfil, explicou que a conta pertencia a ela aos 16 anos e pediu desculpas pelas palavras, afirmando que não as representa hoje.
A atriz ressaltou que as falas não a definem mais, reconhecendo o erro e manifestando arrependimento pelas declarações. O caso continua rendendo discussão sobre responsabilidades no uso das redes sociais e sobre como imagens antigas podem impactar a vida pública de pessoas.
E você, leitor, como encara medidas protetivas em situações de assédio e violência psicológica na era digital? Compartilhe sua visão nos comentários e participe da conversa sobre responsabilidade e respeito nas redes.
