Casos de síndrome respiratória grave crescem 120% no Hospital do Oeste e acendem alerta

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O Hospital do Oeste (HO), em Barreiras, no Extremo Oeste baiano, registra aumento de 120% nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) entre janeiro e abril deste ano. As notificações passaram de 15 casos em janeiro para 33 em abril, segundo a administração da unidade estadual, operada pela Obra Social Irmã Dulce (OSID).

O crescimento coloca pressão sobre os 36 municípios da região, especialmente nos períodos de maior circulação de vírus respiratórios. A unidade aponta aumento significativo na procura por atendimento, com destaque para emergências e a ala pediátrica. No conjunto, foram registrados 15 casos em janeiro, 10 em fevereiro, 24 em março e 33 em abril.

A Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) reforça a importância da vacinação em todas as faixas etárias. Até a 12ª semana epidemiológica deste ano, a Bahia somou 1,7 mil casos de SRAG, sendo 254 confirmados como Influenza. O cenário é marcado pela sazonalidade do vírus e pela identificação do subclado K da Influenza A H3N2, o que eleva a necessidade de vigilância e encaminhamentos adequados para evitar sobrecarga no sistema.

Segundo Marina Barbizan, diretora-geral do HO, a instituição continua sendo referência para casos graves e de alta complexidade. Ela afirma que os municípios devem respeitar os fluxos de regulação e priorizar pacientes em estado mais grave, para reduzir a pressão sobre as estruturas de internação.

Dados da Fundação Oswaldo Cruz apontam que a Bahia está em nível máximo de alerta para a incidência de SRAG. A síndrome envolve o agravamento de sintomas respiratórios, como febre, febre alta, coriza e tosse, evoluindo para dificuldade respiratória em alguns casos e necessidade de hospitalização. A vigilância epidemiológica e a vacinação contínua são cruciais para conter a propagação e proteger a população da região.

E você, já se vacinou este ano? Compartilhe sua experiência com a vacinação ou com medidas de prevenção contra SRAG nos meses de maior circulação de vírus. Sua opinião ajuda moradores e autoridades a entenderem o impacto da doença na vida diária da cidade.

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