
Resumo: A Polícia Federal pediu a prorrogação do inquérito do Caso Master e avalia possível delação premiada por investigados. O processo tem vigência até o meio deste mês e está sob a relatoria do ministro André Mendonça no STF.
Nos últimos dias, a PF avançou na análise de nove aparelhos celulares encontrados com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Parte desses dispositivos guarda arquivos digitais, não apenas mensagens, o que pode ampliar o entendimento sobre o conteúdo das comunicações investigadas.
A investigação também mira relações com a Reag, que ao longo dos anos recebeu recursos públicos de previdência municipais em fundos geridos pela corretora, ligando-os a operações sob escrutínio da PF.
Na pauta da Justiça, Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, pediu transferência da Papuda para a sede da PF, na tentativa de negociar uma delação. Ele informou interesse em colaborar com as investigações da PF e da Procuradoria-Geral da República após trocar de advogados, buscando melhores condições em eventual acordo.
As equipes da PF atuam em Brasília e São Paulo, e a expectativa é de que as apurações se prolonguem pelo menos até o segundo semestre deste ano, conforme apurado pelo jornal Metrópoles. O trabalho envolve ainda avaliações sobre possíveis vínculos com Vorcaro, a Reag e o ambiente financeiro que envolve o Banco Master.
Moradores da cidade acompanham cada desdobramento com atenção, especialmente sobre o papel das autoridades e as possíveis delações que possam emergir. Compartilhe sua opinião: o que você acha das medidas em curso e do andamento do Caso Master? Comente abaixo e participe do debate.
