Resumo: Em São Caetano do Sul, um comentário do secretário de Esporte sobre inclusão provocou reação pública. A jornalista Adriana Araújo, da Band, abriu um relato emocionante sobre como o esporte transforma a vida de sua filha, que nasce com uma síndrome ortopédica rara.
Durante uma audiência na Câmara Municipal de São Caetano do Sul, Mauro Roberto Chekin disse que não consegue lidar com pessoas com deficiência. Ele alegou que a inclusão é um dever do Estado, mas não dele, como indivíduo. A fala gerou desconforto e levou a uma reação de quem atua no dia a dia com o tema.
Ao comentar o assunto no Jornal da Band, Adriana Araújo expressou pesar pela declaração e, em tom pessoal, lembrou a importância do esporte para a filha. Ela descreveu como a prática esportiva pode abrir oportunidades, especialmente para crianças com deficiência, e reforçou o papel da sociedade em promover inclusão.
A jornalista contou, de forma emocionante, a história da filha: uma menina que convive com uma síndrome ortopédica rara. Mesmo com limitações nas pernas e nos pés, ela encontrou no esporte um caminho de superação. A filha dançou ballet usando tênis, enfrentou o judô cambaleando no tatame e jogava vôlei com sete dedos nas mãos, exemplos que para Adriana mostram o poder transformador do esporte.
“A minha filha não ganhou medalhas, não subiu ao pódio, ela ganhou algo muito mais importante: confiança, autoestima, coragem.” Ela enfatizou que, para crianças com deficiências mais graves, o esporte pode ser a chave para algo simples, como sentar à mesa ou olhar para o horizonte. E acrescentou que o esporte é, acima de tudo, direito de todas as crianças.
Ela também destacou que professores de educação física dedicados dizem aos alunos com deficiência: “Força, campeão. Força, campeã.” A mensagem, segundo ela, faz diferença e inspira sorrisos. Ao final, Adriana reforçou que a prática esportiva é essencial para o desenvolvimento de crianças com deficiência e que ninguém pode retirar o direito de tentar.
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Convidamos você, leitor, a refletir sobre a importância da inclusão no esporte para todas as crianças. Você concorda que o Estado precisa investir mais em programas de esporte adaptado? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe experiências que já viveu ou viu por aí. Vamos juntos ampliar esse debate na cidade e além.
Experiência, empatia e esporte caminham juntos. Qual a sua visão sobre o papel da imprensa e de autoridades locais na defesa de oportunidades iguais para crianças com deficiência? Comente abaixo e participe da conversa.
