Gomos de laranja e purê de feijão: veja cardápio de almoço de Lula e Trump em Washington

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Meta descrição: Brasil e Estados Unidos avaliam cooperação econômica após o encontro entre Lula e o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca. Em Washington, a reunião de negócios teve tom cauteloso, com foco em comércio e tarifas e a expectativa de novas conversas entre as equipes nos próximos meses. O encontro terminou sem coletiva de imprensa, com as portas fechadas ao término das conversas, que duraram quase três horas.

Lula e Trump reuniram-se na Casa Branca para uma reunião de negócios em Washington, cercada de cautela de ambas as partes. O almoço e as debates foram apresentados como ponto de apoio a uma relação de longo prazo, com a promessa de dar seguimento às tratativas entre representantes dos dois países sobre questões estratégicas de comércio.

Na hora do almoço, o cardápio ficou em três partes. Entrada: salada de coração de alface romana, jicama, gomos de laranja, abacate e molho cítrico. Prato principal: filé de carne grelhado, purê de feijão preto, mini pimentões doces e relish de rabanete com abacaxi; opção vegetariana disponível. Sobremesa: panna cotta de mel com pêssegos de verão caramelizados e sorvete de crème fraîche.

Segundo interlocutores, a reunião foi conduzida longe dos holofotes, marcada como teste de viabilidade política para uma relação que combina interesses estratégicos com diferenças de visão. Trump descreveu a conversa como muito boa, e Lula também afirmou, em tom positivo, que o encontro foi produtivo. Horas depois, as conversas entre representantes dos dois países devem continuar para avançar pontos-chave, incluindo tarifas e comércio.

Mesmo com o encerramento a portas fechadas, o desfecho aponta para um caminho de diálogo contínuo entre Brasil e Estados Unidos, com novas reuniões previstas para os próximos meses. Enquanto isso, moradores da região acompanham com expectativa as próximas etapas e o possível impacto econômico dessas negociações. E você, o que espera desse movimento entre Brasil e EUA? Deixe sua opinião nos comentários.

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