A Noruega volta ao Mundial em 2026 após 28 anos, impulsionada por uma geração liderada por Erling Haaland. O atacante do Manchester City já é o maior artilheiro da seleção com 55 gols em 48 jogos, e chega com a missão de, pela primeira vez, superar o recorde histórico de Kjetil Rekdal, que tem apenas 2 gols marcados em Copas do Mundo. O retorno ao palco global reacende a expectativa de reescrever marcas na história do país.
O recordista Rekdal construiu seu legado com dois gols em Copas: o primeiro, em 1994, saiu do banco para garantir a vitória por 1 a 0 sobre o México, nos Estados Unidos. Em 1998, na França, o camisa 10 protagonizou o ápice da carreira ao converter o pênalti decisivo que abriu o caminho para a vitória norueguesa por 2 a 1 contra o Brasil, levando a equipe às oitavas de final pela primeira e única vez.
Além dele, outros quatro jogadores já deixaram marcas em Copas: Arne Brustad fez o primeiro gol da Noruega em Mundiais (1938) diante da Itália; Dan Eggen marcou de cabeça no empate com Marrocos em 1998; Håvard Flo anotou contra a Escócia na fase de grupos de 1998; e Tore André Flo abriu a virada contra o Brasil, no mesmo torneio, antes do pênalti de Rekdal.
Pelas contas oficiais, Haaland já elevou o patamar da seleção: 55 gols em 48 partidas oficiais, e 16 gols apenas nas eliminatórias para 2026. Com o atacante na linha de frente e a geração atual — capitaneada pelo meio?campista Martin Ødegaard — a Noruega chega ao Mundial com o potencial de não apenas participar, mas de disputar posições de destaque e, quem sabe, reescrever o capítulo histórico da equipe.
A essa altura, o cenário aponta Haaland como o favorito natural para concorrer com Rekdal pelo posto de maior goleador da história da Noruega nas Copas. O retorno ao torneio abre espaço para uma nova era, em que a soma de talento, projeto técnico sólido e ambição pode transformar a relação do país com a competição e inspirar uma nova geração de fãs. E você, qual cenário espera para a Noruega em 2026? conte nos comentários como enxerga a disputa pelo recorde e o papel de Haaland neste momento histórico.
